28 julho 2017

[Resenha] A casa das sete mulheres - Por Leticia Wierzchowski



Título: A casa das sete mulheres
[A casa das sete mulheres #1]
Autor (a): Leticia Wierzchowski
Páginas: 462
Editora: Bertrand
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Sinopse: Durante a Revolução Farroupilha (1835-1845) — uma luta dos latifundiários rio-grandenses contra o Império brasileiro —, o líder do movimento, general Bento Gonçalves da Silva, isolou as mulheres de sua família em uma estância afastada das áreas em conflito, com o propósito de protegê-las. A guerra que se esperava curta começou a se prolongar. E a vida daquelas sete mulheres confinadas na solidão do pampa começou a se transformar. O que não está nos livros de história sobre a mais longa guerra civil do continente está neste livro de Leticia Wierzchowski, um exercício totalizador sobre a violência da guerra e sua influência maléfica sobre o destino de homens e de mulheres.


"Dentro da casa, a festa prosseguia, alegre. Eram quinze pessoas em torno da mesa posta, e nenhuma delas viu o que eu vi. Foi por isso que, desde essa primeira noite, eu já sabia de tudo. A estrela de sangue confidenciou-me este terrível segredo. 1835 abria suas asas, ai de nós, ai do Rio Grande. E eu, fadada a tanto amor e a tanto sofrimento. Mas a vida tinha lá seus mistérios e suas surpresas: nenhum de nós naquela casa voltaria a ser o mesmo de antes, nem os risos nunca mais soariam tão leves e límpidos, nunca mais aquelas vozes todas reunidas na mesma sala, nunca mais.
“Do mesmo sonho que se vivia, também se podia morrer”, ocorreu-me isto naquela noite, num susto, como um pássaro negro que pousa numa janela, trazendo sua inocência e seus agouros. Muitas outras vezes, nos longos anos que se seguiram, tive oportunidade de me recordar dessa estranha frase que ouvi outra vez, algum tempo mais tarde, na voz adorada de meu Giuseppe, e que repetia o que eu mesma já tinha dito ao ver uma fresta do futuro... Talvez tenha sido exatamente nessa noite que tudo começou."

Na virada do ano de 1835, a família do general Bento Gonçalves estava reunida para comemorar a chegada de um novo ano. EM meio a festas, comemorações e sorrisos, eles não sabiam o que lhes aguardava. Somente Manuela, uma das sobrinhas do general, a mais nova, que com seu instinto aguçado e com suas manias de vislumbrar algumas coisas do futuro viu no céu uma estrela de fogo, que descia sobre o Rio Grande do sul mostrando sangue e morte. Porém, logo, no decorrer do ano, a compreensão chegou em todos os lares. A situação ficava insustentável. A coroa brasileira em posse de Dom Pedro II, que era ainda um garoto e era representado por alguns homens de confiança, pouco ligava para aquela província distante da capital. Os preços dos impostos  já absurdos, cada dia se multiplicavam, dentre outros descontentamentos. Foi dessa forma que aqueles homens rio-grandenses, já tão acostumados a guerras, mergulharam naquela que seria uma das maiores que enfrentariam, e da qual muitos deles não sairiam vivos.

"Não imaginava ela o que o futuro estava reservando à província, nem nenhuma das mulheres o imaginava naquele princípio manso de primavera nos pampas. Perpétua Garcia Gonçalves da Silva tinha esperanças de que o verão já lhes trouxesse a paz. A paz e a vitória. E os bailes elegantes onde desfilaria os vestidos vindos de Buenos Aires e os sapatos de veludo que mandara buscar na Corte. D. Antônia tomou-lhe a mão:
— O tempo às vezes pode se arrastar muito nestas paragens, minha filha... Mas tenha calma, se o seu marido está para vir, não há de ser a guerra que vai tirá-lo do seu caminho. Essas coisas estão programadas todas. Confie em mim, que eu sei desses assuntos de destino, pois aprendi da forma mais dura: vivendo."

Foi então que o general Bento Gonçalves, querendo proteger aquilo que lhe era mais importante, reuniu sua esposa, filhas, irmãs e sobrinhas na estância da barra, um local distante onde esperava que a guerra não chegaria e onde imaginava que elas poderiam esperar tranquilas. E assim começou a batalha que duraria dez anos. Batalha enfrentada pelas mulheres, não tão sangrenta quanto a que seus maridos enfrentavam lá fora, porém tão dolorosa quanto, pois se fez uma batalha de esperas, de perdas e de sofrimentos. Dentre essas mulheres, a intuitiva Manuela ainda tão nova, aos quinze anos, conheceria seu destino de amor e sofrimento. Prometida em casamento ao primo, filho de Bento Gonçalves, Manuela se apaixonou imediata e intensamente por Giuseppe garibaldi, em um daqueles anos da guerra. Ele, um italiano andante e acostumado a batalhas e a lutar por sonhos de liberdade, em qualquer lugar que precisassem dele, chegou ao rio grande com o intuito de ajudá-los, e foi para a estância a fim de construir barcos, que eram necessários para ganhar algumas batalhas. Porém, o destino apronta muitas coisas inesperadas, e uma dessas foi o fato de Garibaldi precisar partir novamente para cumprir seu dever, enquanto a bela, solitária e apaixonada Manuela prometeu lhe esperar, para todo o sempre.

"Sim, sempre os homens se vão, para as suas guerras, para as suas lides, para conquistar novas terras, para abrir os túmulos e enterrar os mortos. As mulheres é que ficam, é que aguardam. Nove meses, uma vida inteira. Arrastando os dias feito móveis velhos, as mulheres aguardam... Como um muro, é assim que uma mulher do pampa espera pelo seu homem. Que nenhuma tempestade a derrube, que nenhum vento a vergue, o seu homem haverá de necessitar de uma sombra quando voltar para a casa, se voltar para casa... Minha avó Perpétua dizia isso, disse-nos isso muitas vezes ao contar das guerras que meu avô lutara. É a voz dela agora que ecoa nos meus ouvidos."

Com um enredo perfeito, que traz passagens da guerra, das mulheres e dos amores, mergulhamos no Rio grande do sul e somos inseridos em uma batalha que existiu verdadeiramente e terminamos a última página com a certeza intensa de que aprendemos e que fomos tocados profundamente por essa história.

“Pelo mar, de muito longe, chegava aquele a quem eu pertenceria por todos os meus dias. Vinha de uma terra mágica e sofrida, e vinha com sonhos em sua alma, sonhos esses que o uniram ao meu tio e aos outros, e que o fizeram dedicar toda a sua bravura e sabedoria à causa da nossa República. Sim, enquanto eu via o inverno chegar até nós, com suas noites frias e enevoadas, com suas árvores de folhas amareladas, com o vento, sempre o vento, que açoitava as nossas madrugadas insones, ele hasteava a sua bandeira, içava as velas e ganhava o mar. Ainda faltaria muito para que me chegasse, com seus olhos da cor do ouro velho e seu sorriso de menino — a vida nem sempre oferece caminhos fáceis a esses homens que nascem com a faina e a sina de mudar o mundo. Muito ainda teria ele que trilhar, venceria até mesmo a morte, mas o primeiro passo estava dado, a primeira lufada de vento o havia soprado para essas paragens e para os meus braços de mulher apaixonada.”






Falar de a casa das sete mulheres, para mim, é falar de um amor intenso e avassalador por um livro. É falar sobre uma história que me marca há anos, e é falar de um livro que tem a capacidade de me arrepiar da cabeça aos pés com suas passagens. Pois é. Esse é o meu livro favorito de toda a vida, e é uma história que me acompanha a muitos anos. Para falar a verdade, conheci inicialmente a série homônima que foi transmitida pela rede globo pela primeira vez no ano de 2003. Eu era então uma garotinha, mas já na época achava tudo aquilo fascinante. Mais tarde, nos livros de história, aprendi sobre a guerra dos farrapos e sobre Laguna, um berço importante dessa revolução, que por coincidência fica próximo de mim, e em uma visita escolar a essa cidade, vi algumas coisas antigas que aumentaram meu interesse. Mas meu amor se solidificou mais tarde quando tive a oportunidade de ler o livro A casa das sete mulheres pela primeira vez. Então, recentemente, com a notícia de que a autora lançaria um livro, agora sobre o italiano Giuseppe Garibaldi, e sobre a outra mulher que ele amou, Anita, resolvi que releria O primeiro livro, e também Um farol no pampa, que é a sequência. E então, mesmo não sendo dada a releituras, comecei-a.

Posso dizer que novamente me emocionei, sorri e chorei com cada trecho. Me encantei com o amor de Caetana, a esposa de Bento Gonçalves, tão devota e apaixonada pelo marido, mesmo após tantos anos de casamento. Sofri com as irmãs de Manuela, Rosário e Mariana, e também com a prima, Perpétua, que já tão novas, tiveram de abrir mão de suas vidas confortáveis de festas e de serem cortejadas, para ficarem recolhidas na estância, e cada uma sofreu e amou a seu modo pessoas inalcançáveis ou impossíveis. Esperei junto com as irmãs de Bento gonçalves, Ana joaquina, Antônia e Maria, que choravam por seus maridos, filhos que estavam na guerra e que faziam o possível para que aquelas meninas levassem uma boa vida. E também me arrepiei com o amor de Manuela, tão sólido, tão intenso, tão real por Garibaldi, e lamentei com ela quando o amado encontrou Anita. E tive, como sentimento principal durante todo o tempo um sentimento de união, de mãos dadas, de sete vidas unidas em uma só, por um só objetivo, em uma só espera.

Mas, deixando um pouco de lado o meu amor intenso pela obra e o quanto ela me tocou, é preciso falar sobre as questões práticas que mais me fazem adorar esse livro. Em primeiro lugar, acho sensacional a pesquisa que a autora fez para essa obra. Ela alia ao romance, fatos reais de batalhas, inserindo datas, locais e fatos importantes, sem, no entanto, que isso se torne cansativo. Além disso, conseguimos vislumbrar com perfeição como eram os costumes da época, as regras de etiqueta, qual o tipo de comportamento que era exigido das mulheres, do que elas deveriam se ocupar em seus dias, dentre outras coisas. Também, é deliciosa a mescla de gêneros que encontramos aqui, pois ora vemos romance, e ora vemos drama, suspense e fatos históricos. Ainda, a autora insere uma poética em sua escrita, que nos leva a refletir juntamente com os personagens, sobre destino, sinas, amor, morte, dentre outros temas bastante importantes. Outro fator que é extremamente positivo, é a construção de cada personagem, e todos acabam se tornando reais para o leitor, ainda mais porque a autora escreve com a linguagem gaúcha que era usada na época, inserindo palavras como vosmecê, entonses, entre outras. Para mim, uma coisa que me ajudou ainda mais na caracterização de cada personagem, foi o fato de lembrar das vozes dos atores que protagonizaram a minissérie, pois cada vez que falava-se no livro a respeito de determinado personagem, minha mente lembrava-se das vozes dos atores e ouvia com perfeição eles falando.

Porém, para leitores que gostam de uma linguagem mais fácil, acessível e sem tanta poética, essa escrita que nos insere no Rio grande do sul pode não ser tão interessante. Também, em alguns momentos o livro traz poucos diálogos, e  para aqueles que gostam de várias falas em suas leituras, pode ser mais uma vez algo incômodo. Ainda, a narração, que é bastante mesclada entre momentos da guerra, a casa das mulheres e os pensamentos íntimos de manuela, pode ser um pouco perturbadora para quem espera uma linearidade monótona em uma leitura.

Os personagens são todos fascinantes com suas individualidades e peculiaridades. Acho que minha favorita é Manuela, pois conhecemos seus pensamentos mais íntimos e ficamos tocados por seu amor tão ferrenho, determinado e ilimitado. Ainda, gostei muito de Caetana, a esposa do general Bento, por sua força como esposa, mãe, amiga, irmã, e com sua fé fervorosa que lhe ajudou a manter a sanidade nos dias mais difíceis. Há ainda Antônia, uma irmã do general, que vive em uma estância  perto da estância da barra, e que está sempre presente em cada momento de alegria ou tristeza enfrentada por cada uma daquelas mulheres, e é calada, mas muito sábia, sempre sabendo que palavras falar ou que abraço dar para transmitir força e alento.

A narração é feita em alguns momentos em primeira pessoa, quando encontramos os cadernos de Manuela, que são uma espécie de diário onde ela escrevia sobre seus pensamentos, anseios e sonhos mais íntimos, e em terceira pessoa, nos momentos em que se narra o cotidiano da casa e das personagens ou ainda as passagens da guerra. Além disso, essa narrativa se passa em um período de mais ou menos dez anos, e é dividida em vários capítulos.

Recomendo essa obra veementemente e sempre. É um livro lindo, sobre amores, dores, vida e morte. Não é uma obra cheia de felizes para sempre, como só os contos de fadas o são, e sim uma obra que fala de vida real, de tudo aquilo que acontece mesmo contra a nossa vontade, e de todos aqueles sonhos que se perdem ou se realizam em meio aos dias banais da nossa existência.

24 comentários:

  1. Olá
    Ainda nao tive a oportunidade de fazer essa leitura, mas ainda pretendo, especialmente porque eu só leio comentários positivos a respeito, assim como em sua resenha. Imagino mesmo que deve ser um livro lindo diante de todos os elementos que pude compreender. Curiosa demais acerca de todos os personagens e suas características mais marcantes.
    Beijos, F

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  2. Oie, tudo bom?
    Eu me lembro pouca coisa sobre a série e acredito que seria o máximo ler e assistir. É uma história que marcou muitos aqui no Brasil, e de suma importância a leitura. Amei a capa, não lembra em nada a narrativa de guerra. Muito boa resenha ♥

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  3. Olá!
    Até agora nunca tinha ouvido falar desse livro, mas gosto imenso do tema, e fiquei curiosa para dar uma vista de olhos!! Obrigada pela dica!
    Beijos

    https://a-lilianaraquel.blogspot.com

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  4. Li o livro duas vezes e assisti a serie 2 vezes e caramba, lendo a sua resenha, me deu uma saudade tão grande que já quero ler de novo. Sim, também tenho uma historia de amor com est enredo e amo demais esta narrativa.
    MEU AMOR PELOS LIVROS
    Beijos

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  5. Oiii tudo bem?

    Conheço a história da mesma forma que a maioria das pessoas, através da mini série, e como na época não me interessei, continuo sem interesse na mesma.
    Mas ler o seu amor pela história me deu aquela vontade de ler tbm e entender o que você sente.
    Espero ler mais pra frente.
    Bjus Rafa

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  6. Oii! Na época que essa série passava na globo, confesso que eu não tinha muito interesse kk, mas agora que estou mais velha e após ler a sua resenha, eu fiquei curiosa em relação a história que parece ser muito fascinante mesmo. Principalmente por ser algo histórico. Sua resenha está incrível, espero ler essa série um dia. Bjss!

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  7. Tb lembro da serie e a adaptação foi mto boa, acho que todo mundo se emocionou mto qdo passou. Tb vou ler esse livro e estou ansiosa pra sentir todas as emocçoes que vc falou ao ler, acho que vou amar e adorei a reedição, uma capa maravilhosa.

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  8. Ola Tamara lindona, eu amo esse livro, série que assisti várias vezes, assim como você admiro toda a pesquisa para o livro muito bem feita e refletida em um enredo muito bem construído. Tenho uma versão vendida na Avon guardado com muito carinho. ótima resenha. beijos

    Joyce
    Livros Encantos

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  9. Olá! Me encantei pela minissérie também e tenho certeza de que adoraria o livro, pelo que você conta na resenha! O amor e as dores que a guerra proporciona são realmente temas que me agradam muito na leitura! Achei interessante você mencionar sobre ouvir as vozes dos personagens ao ler os diálogos! Acho que comigo aconteceria o mesmo!
    Vou adicionar na minha lista de leitura.
    Beijos!
    Karla Samira
    http://pacoteliterario.blogspot.com.br/

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  10. Oi, Tamara!
    Vi esse livro e fiquei até curiosa, mas estava na dúvida por conta da linguagem empregada. Pelo que você disse sobre a narrativa, acho que não vou curtir. :/ talvez em outro momento eu possa aproveitar. ^^
    Obrigada pela dica!
    Beijão!
    http://www.lagarota.com.br/
    http://www.asmeninasqueleemlivros.com/

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  11. Olá!
    Eu também assisti a série! *__*
    Sabia que havia o livro, mas não lembrava que era da mesma autora de Sal, que também li, mas não curti tanto. Sua resenha me fez sentir saudades da série e vontade de ler o livro também.
    Bjos!
    Por essas páginas

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  12. Oi!
    Me apaixonei por A Casa das Sete Mulheres ao assistir a série de TV mas somente anos depois fui saber que a mesma era baseada em um livro nacional e desde então morro de vontade de o ler, principalmente depois da sua resenha que me atentou para detalhes interessantes e pertinentes, como os personagens e a narrativa. Juro que a minha vontade agora é sair correndo pra comprar um exemplar haha.
    Beijos!

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  13. Olá
    Eu acho muito interessante essa obra, apesar de nunca ter a lido. Gosto muito de livros que traga passagens históricas e principalmente passagens essas brasileiras rsrs adorei o trabalho dessa capa, a editora arrasou. Até mais ver

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  14. Oii
    também lembro de ser bem pequena quando passava A Casa das Sete Mulheres na globo. Nunca tive interesse no livro, mas também nunca cheguei a ver sobre o que realmente tratava a história. Sou um pouco chata para ler clássicos, por causa da linguagem rebuscada e tal. Também já fui a Laguna e vi a estatua de Anita Garibaldi. Eu tinha uns 6/7 anos e lembro de ter ficado muito orgulhosa por uma mulher ter sido tão importante a ponto de ter uma estatua dela na praça.

    Vícios e Literatura

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  15. Olá
    Assim como você era nova quando passou na globo, mas também fiquei fascinada . Não sabia que tinha o livro, é vendido você falar tão bem não tem como não querer ler né?
    É muito bom ler uma resenha tão positiva e cheia de intusiasmo. O livro com toda certeza deve ter uma bagagem cultural enorme. Fiquei mega empolgada para fazer a leitura desse livro. Muito obrigada pela dica. Beijos

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  16. ooiiiiii!!!

    Eu não sabia que tinha esse livro e me lembro da série aqui no Brasil e não acompanhava por ser nova, e não sabia que ela foi baseada nesse livro, então tudo isso é novo. Amei a sua resenha, fez com que sentisse muita vontade de ler e agora eu quero rsrsrs.
    adorei.

    Beijos

    https://sussurrandosonhos.blogspot.com.br/

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  17. Oi, confesso que não conhecia a obra e apesar de ter gostado da sua resenha, vi que não é o estilo que estou querendo no momento, mas com certeza a dica está anotada. js Tell me a Book

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  18. Oiii,

    Eu assisti a serie da globo também e foi uma história que sempre me encantou. Assim como você eu acompanhei os fatos e fui me encantando por esse pedacinho na nossa história, mas infelizmente nunca conferi a obra em si, e pra falar a verdade nem sabia que tinha uma sequencia. Acho que já passou da hora de eu conferir essa história mais de perto e me apaixonar por tudo de novo.

    Beijinhos...
    http://www.paraisoliterario.com/

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  19. Olá...
    Adorei sua resenha!
    Gostei bastante de sua resenha, acho que nunca tinha lido algo desse livro, mas, gostei tanto do seu ponto de vista que já anotei nos desejados... Adorei saber que os personagens são todos fascinantes com suas individualidades e peculiaridades... Sem dúvida isso é bastante interessante <3
    Dica anotada!
    Bjo

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  20. Olá...
    Adorei sua resenha!
    Gostei bastante de sua resenha, acho que nunca tinha lido algo desse livro, mas, gostei tanto do seu ponto de vista que já anotei nos desejados... Adorei saber que os personagens são todos fascinantes com suas individualidades e peculiaridades... Sem dúvida isso é bastante interessante <3
    Dica anotada!
    Bjo

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  21. Oiii!

    Tamara, eu não li essa obra ainda, e nem tenho tanto apego pela série, mas é lindo ver que alguém que ama tanto a obra gostou da forma como foi escrito! Gostei bastente da sua resenha! Tá bem escrita e detalhada! Adorei

    Beijinhos,

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  22. Oi Tamara.
    Eu já ouvi falar nesse título, mas não cheguei a assistir a minissérie da tv.
    Não sabia que se tratava de um livro que fala sobre guerra num período tão turbulento da história do Brasil.
    Acho que a Manuela é uma personagem que vou gostar bastante.
    Abraços.

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  23. Olá!
    Lembro da série que passava pela globo, e adorava rs' era menor também, mas ficava fascinada com a história, não sabia que tinha livro, fiquei interessada, pois gosto muito de livros com grandes histórias, adorei a capa do livro, e espero poder conferir!

    beijos!

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  24. Olá tudo bem?
    Sou uma grnade admiradora de livros que tem fatos históricos importantes como cenário e esse se não me engano teve até uma adaptação para a tv certo? Foi uam minissérie da Globo e eu gostei muito de acompanhar, mas não sabia que tinha livro. Agora fiquei curiosa para ler e relembrar uma história tão gostosa.

    beijinhos!

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