13 junho 2017

[Resenha] Primeiro e único - por Emily Giffin



Título: Primeiro e único
Autor (a): Emily Giffin
Páginas: 448
Editora: Novo Conceito
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Sinopse: Shea tem 33 anos e passou toda a sua vida em uma cidadezinha universitária que vive em função do futebol americano. Criada junto com sua melhor amiga, Lucy, filha do lendário treinador Clive Carr, Shea nunca teve coragem de deixar sua terra natal. Acabou cursando a universidade, onde conseguiu um emprego no departamento atlético e passa todos os dias junto do treinador e já está no mesmo cargo há mais de dez anos.
Quando finalmente abre mão da segurança e decide trilhar um caminho desconhecido, Shea descobre novas verdades sobre pessoas e fatos e essa situação a obriga a confrontar seus desejos mais profundos, seus medos e segredos.
A aclamada autora de Questões do Coração e Presentes da Vida criou uma história extraordinária sobre amor e lealdade e sobre uma heroína não convencional que luta para conciliá-los.

"Mas o futebol americano poderia me distrair do luto e da culpa, e, depois da morte da Sra. Carr, me peguei fazendo reflexões sobre a minha própria vida, de um jeito que antes eu evitava. Eu não conseguia lutar contra o sentimento de insatisfação pelo estado atual das coisas, tudo aquilo que sempre me fez sentir confortável e suficientemente bem. Meu relacionamento corriqueiro com Miller. Meu carro e meu apartamento simples - os quais eu me recusava a ver como parâmetros de medição da vida de ninguém, muito menos na minha -, eram mais apropriados para uma garota com seus vinte anos do que para uma mulher com trinta e poucos. Pelo menos eu tinha um guarda-roupa decente, todas as roupas escolhidas por Lucy e compradas com um excelente desconto na sua loja, mas a maior parte delas permanecia pendurada dentro do armário, já que eu não tinha a oportunidade de usá-las. Eram roupas boas demais para o meu trabalho na Walker - o que era outra coisa sobre a qual comecei a refletir."

Shea é uma mulher de trinta e três anos que vive uma vidinha acomodada. Apaixonada por futebol americano desde criança, ela trabalha no departamento de esportes da universidade onde estudou, ao lado do treinador Carr, pai de sua melhor amiga Lucy, um homem no qual ela se espelha e pelo qual tem muita afeição, principalmente por ele ter incutido a paixão pelo futebol nela. Shea também namora um jogador de futebol com quem não é feliz, e mantém o relacionamento apenas por comodidade. Porém, quando Conie, a esposa do treinador, e mãe de Lucy, morre, Shea abre os olhos para o tempo que está perdendo em sua vida, adiando a realização dos sonhos que tanto almeja. Então, resolve promover algumas mudanças em sua existência, e uma delas é terminar o relacionamento com Miller, o jogador. Além disso, ela resolve se demitir de seu emprego e procurar algo na área de esportes, porém como jornalista, seu grande sonho. Com o passar do tempo e com seus desejos se concretizando aos poucos, ela passa a pensar em sua vida amorosa e começa a vir à tona um sentimento que tem crescido dentro de si, mesmo contra a sua vontade: sua paixão pelo treinador Carr.

"Porém, quanto mais eu tentava convencer a mim mesma, mais o muro da negação vinha abaixo. E, dessa vez, no meio do caminho entre Walker e Dallas, não havia como ignorar a sensação que me golpeou as entranhas: eu sentia algo pelo pai de Lucy. Algo inegável, real, não como amiga, nem como filha, mas como mulher e homem."

Imaginando ser algo impossível, uma vez que ele é um homem que tem mais de vinte anos a mais que ela, e que acabou de perder a esposa, ela ignora o que sente, porém, sua amizade com o treinador se estreita cada vez mais. É então que o inesperado acontece, e Shea percebe que Clive Carr, o pai de sua melhor amiga também sente uma atração por ela, e que está disposto a demonstrá-la, mesmo sendo algo tão incerto e perigoso em suas vidas.

"Ele sorriu para mim, de um jeito discreto e vagaroso, e olhou ainda mais fundo nos meus olhos. Tão profundamente que de repente eu soube. Tive quase certeza. Retribuí o olhar, e fiquei paralisada, com medo, entusiasmada e em estado de choque. Nunca, jamais eu imaginaria que isso aconteceria."

Construído de forma delicada, bonita e de um modo que todas as barreiras preconceituosas que criamos são quebradas, Emily Giffin nos encanta com muita sutileza, até que nos sentimos encantados com cada personagem e com cada cena.

"- Tem certeza disso? - perguntei, protelando, mas também pensando que amar alguém significa, muitas vezes, ter confiança nessa pessoa."




Esse livro estava na minha lista desde maio de 2015, quando se deu seu lançamento, mas não era uma leitura que eu estava empolgada para realizar. Então, dia desses, ávida por uma história que se mostrasse leve e romântica, decidi ler novamente emily giffin, depois da minha experiência  mais que positiva com o livro O amor em primeiro lugar, também dela, que li em fevereiro desse ano. Porém, eu estava um pouco receosa, admito, uma vez que ele trata de um romance com pessoas que tem uma grande diferença de idade, e eu temi o modo como a autora havia abordado isso, e também por essa ser uma obra com opiniões bastante contraditórias, sendo amada por alguns leitores, e igualmente detestada por outros. Nas primeiras páginas, o livro começou não me prendendo, e se eu não tivesse uma forte política de não abandonar livros, certamente ele teria sido fechado na hora, mas como sou persistente, continuei, e quando cheguei mais ou menos no capítulo cinco ou seis, comecei a ser cativada de uma forma tão intensa, que pasmem, li o livro em um único dia, e a cada minuto que precisava me afastar dele, queria voltar correndo para estar em meio a esses personagens tão cativantes.

Com essa obra, sorri, vibrei nos jogos de futebol americano, e me emocionei com a construção do romance e das outras relações; torci pelos personagens, senti raiva de outros e me senti dentro da história, como se já fosse amiga íntima de cada um daqueles personagens, e após o fim, senti muita saudade de todo o enredo.

O que mais mexeu comigo nessa história foi o romance. Bem diferente dos livros hots, cheios de cenas sensuais e de toques ardentes, este livro foi construído com muita sutileza, trazendo uma relação que se constrói em cima de uma amizade, em cima de carinho e apoio, sendo daqueles amores nos quais as pessoas sentem prazer em ficar em silêncio um ao lado do outro e também que sentem prazer em partilhar as atividades cotidianas. Também, achei incrível a paixão dos personagens pelo futebol americano, e embora não seja fã e não saiba nada sobre esportes, acho fascinante o sentimento em comum de torcida, as vibrações e as emoções causadas. Nem preciso dizer que amei também cada personagem, e achei que todos foram construídos de uma forma muito crível, cheios de defeitos e de humanidade, me fazendo sentir raiva, afeto e carinho. Por fim, Emily sabe misturar como ninguém vários gêneros, sendo que aqui, podemos encontrar romance, drama e até um pouco de comédia em algumas cenas, além de temas bastante importantes e relevantes, que nos despertam muitos pensamentos, mas cada um deles é abordado de forma leve e discreta.

Fiquei tão encantada com o decorrer do livro que acho difícil destacar pontos que me desagradaram. Mas seguindo meu lado racional, percebo que vários leitores podem se incomodar muito com o quanto o futebol americano está presente na obra, e em muitos momentos os termos técnicos desse jogo podem ser um empecilho na continuação da leitura e podem até mesmo causar tédio. O fato de a personagem estar em uma vida de cidade pequena do início ao fim do livro, e algumas decisões tomadas por ela ao final, podem ser vistas como as de uma personagem acomodada, e isso pode também ser um ponto de desagrado, embora eu não vi dessa forma. O que me deixou um pouco frustrada, de certa forma, foi a falta de um epílogo, e apesar de o final ter sido gostoso de se acompanhar, fiquei esperando visualizar algo a mais.

O personagem que mais me cativou foi o treinador Clive Carr, com jeito esportivo, calado mas com um toque romântico, ele é um homem que marca e que traz características que a maioria das mulheres procura. Shea também foi uma personagem que passei a gostar no decorrer do livro, embora não concorde com algumas atitudes tomadas pela personagem. Outros secundários como Lucy, a amiga de Shea, também fazem parte da trama de maneira intensa, e Lucy foi uma personagem um pouco irritante, mas cujas atitudes se tornaram compreensíveis, devido a todo o contexto da história. Senti falta de um maior desenvolvimento de Neil, marido de Lucy e de Lawton, , o irmão de Lucy e filho do treinador. Ainda, houve um personagem secundário, Ryan, que é alguém que comete alguns erros, mas cujos problemas foram compreensíveis para mim e estranhamente senti um certo sentimento de tristeza por ele, e não consegui ter raiva de seus atos que podem se mostrar chocantes.
Essa obra é dividida em quarenta e seis capítulos, narrados em primeira pessoa por Shea, além disso  realizei a leitura em ebook e não encontrei erros.

Recomendo essa obra para leitores que gostam de romances leves, mas que mesmo assim trazem algo para nos ensinar, pois este é um romance que fala de mulheres, seus sonhos, seus anseios mais secretos e também sua preocupação com o mundo ao redor; mulheres que se dividem em muitas para serem boas mães, esposas, amigas, profissionais, como em cada livro de Emily Giffin. Com essa autora vemos refletidos nas páginas nossos rostos, nossos desejos e nossos sentimentos.

29 comentários:

  1. Bom dia!!!

    Vou te contar que esse livro me deixou meio inquieta. Tinha hora que eu tinha muita raiva da Shea, achei o treinador Carr, muito cativante, mas foi um livro que demorou para engrenar, sabe?? Não sei, achei que alguns personagens mereciam um maior desenvolvimento, como foi mencionou, o irmão, o marido de Lucy e tal, mas depois ficou gostosinho de ler, embora ainda não tenha me fisgado completamente!!!! Estou o novo dela e um pouco receosa para ler!!
    Beijo!

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  2. Olá
    Não conhecia o livro nem a autora, mas quando comecei a ler a premissa achei algo meio clichê, porém quando fui ler sua avaliação percebi que é totalmente diferente, hoje em dia estamos acostumados sempre com os mesmos enredos que as vezes acabamos nos decepcionando com isso.Igual você falou que se não fosse persistente teria fechado o livro, eu também sou assim tento ao máximo da a chance ao livro. A sua avaliação me deixou bem curiosa para ler, pois a forma que você cita o romance deles me aguardou muito. Parabéns pela resenha.

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  3. Oie!
    Ainda não tive a oportunidade de ler o livro, mas já conferi alguns títulos da autora.
    Confesso que gosto muito da capa desse livro, e a sinopse foi bm atrativa. E como disse que traz um pouco de reflexão na trama, fiquei curiosa para conferir.
    Bjks!
    Histórias sem Fim

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  4. Oi Tamara, acho que senti o seu encantamento com o livro através da resenha e isso me deixou com muita vontade de ler o livro exatamente agora. Já li dois livros da autora, e espero conhecer esse enredo também.
    Beijos

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  5. Ando numa fase tão bad que tenho evitado romances, mas esse me parece um livro leve. Gostei da sua resenha, e já anotei a dica para quando tiver numa fase melhor rsrsr

    Bjs
    Suka
    http://www.suka-p.blogspot.com.br

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  6. Oie, tudo bem?
    Eu não abandono livros, mas confesso que se não gosto de um, acabo pulando alguns capítulos, rs. Adorei a temática e a idéia de abordar um romance que distingue idades, achei bem bacana mesmo! Não curto muito esportes, mas sou uma jornalista em formação, então com certeza daria uma chance a leitura!

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  7. Adoro romances leves, principalmente para curar ressaca literária. Já tinha visto esse livro e não sabia do que se tratava ao certo. Mas me cativou, vou me lembrar dele quando quiser curar ressaca rsrs Agradeço pela dica. Bexitus!

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  8. Eu não costumo abandonar livros assim de início, até hoje o único que abandonei foi "A Última Carta de Amor" da Jojo e confesso que não me arrependo nenhum pouco.
    Gostei muito desse enredo , pois relacionamento com pessoas mais velhas ainda é um tabu , mas que vem sendo desconstruído . Certamente é um livro que eu leria se não estivesse com a minha lista enorme rsrs Acredito que essa acomodação da personagem ,em alguns momentos, seja exatamente para nos fazer pensar o quanto nós mesmos podemos ser assim, seja num relacionamento ou numa profissão, inúmeras vezes nos acomodamos , por medo da mudança ou da opinião das pessoas. De qualquer forma vou anotar, por que assim que surgir uma oportunidade eu o leia. Beijos do Wes ^^

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  9. Olá! A sua resenha está muito boa, apresenta os pontos positivos e as dúvidas que a leitura pode causar em alguns leitores. Confesso que não tenho simpatia pela autora e, a princípio, ele não está na minha meta de leitura. Espero que outras pessoas se divirtam com o livro dela. Abraços!

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  10. Eu também tenho uma séria política de não abandonar livros e isso muitas vezes me ajudou a descobrir livros maravilhosos.
    Eu nunca li nada da autora. Até tenho o livro que você citou, O Amor em Primeiro Lugar, mas nunca peguei pra ler. Gosto de romances leves e esse parece ser muito encantador. Não leria o livro por agora, mas não descarto uma leitura futura.

    Beijos

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  11. Olá, tudo bem?
    Eu não tenho muita paciência para ler romances kk por isso não conheço a autora ou a obra. Gostei da resenha, da sua opinião imparcial, fazendo uma crítica sincera e objetiva, com suas próprias palavras, como todo resenhista deve fazer. A trama não me atraiu. Quando tem romance e ação ou horror/suspense eu ainda leio mas só o romance em si eu não consigo. :/

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  12. Olá! Eu também tinha isso de nunca largar um livro, mas mudei bastante essa política. Hoje em dia, se não me pega no começo, eu paro. Sobre esse, achei interessante. Não leito muito romance, mas quando procuro algum, prefiro os que são mais pé no chão, como parece ser o caso. E eu curto muito a NFL, então o futebol americano é mais um atrativo pra mim.
    Vou colocar na lista :D

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  13. Oi, Tamara.
    Gostei da sua resenha e de poder conhecer um pouco mais do livro com as suas impressões. Eu ainda não o li mas já o vejo por aí há um bom tempo, não tenho muita vontade de ler, mas talvez algum dia isso possa acontecer, não descarto a leitura.

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  14. Fiquei muito curiosa depois de ler a sua resenha, não sou muito fã de romances e estou tentando ler coisas diferentes. Gosto mukto de histórias que tem um algo a mais, sou ávida prlas entrelinhas, acho que esse livro pode ser uma boa. Assim como você, colocarei na lista de leituras não tão recentes rs.

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  15. Uau!! Amei, eu vou assumir que não leio muitos livros que os personagens tem essa diferença tão grande de idade, mas esse parece ser muito bom.
    Adorei sua resenha.

    Beijos
    Leitora Dramática
    http://blogleitoradramatica.blogspot.com.br/?m=0

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  16. Olá! Que bom que insistiu na leitura, mesmo não achando tão bom o livro no início. Eu também tenho essa "política" de não abandonar as leituras e me sinto bem fazendo assim. Eu adoro bons romances, principalmente aqueles escritos de forma leve como você narra. A polêmica diferença de idade entre o casal também me deixou curiosa pela leitura deste livro, além de ser uma autora renomada, que alguns amam e outros nem tanto. Vou procurar para leitura com certeza.
    Beijos!
    Karla Samira
    http://pacoteliterario.blogspot.com.br/

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  17. Oiii Tamara, tudo bem? Amei sua resenha, ficou maravilhosa e você passou bem todos os pontos importantes da obra em seu texto. Eu li esse livro assim que foi lançado e gostei muito também, apesar de não ter simpatizado assim com os personagens. Emily Giffin sempre cria tramas com muita leveza e desenvolve muito bem os assuntos que aborda. Adoro a escrita dela!! Ah, também senti falta de um epílogo :(

    Beijooos
    http://umaleitoravoraz.blogspot.com.br/

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  18. Parece ser uma história bem interessante. Já li outros livros dessa mesma autora, alguns gostei bastante, porém outros nem tanto assim. Quem sabe, no futuro, darei uma chance a essa obra.
    Beijos
    Mari
    www.pequenosretalhos.com

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  19. Este comentário foi removido pelo autor.

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  20. Olá, tudo bem?
    Eu não li nenhuma das obras da autora, mas sempre vejo elogios.
    Eu sou uma romântica incurável e acho que esse livro combina super com o meu perfil literario.
    Adoro romances em que o romance em si se constrói com sutileza e delicadeza, acho que deixa a leitura mais leve e sempre me arrancam lágrimas e suspiros.
    Amei a dica, e espero conferir a obra em breve.

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  21. Sabe aquela autora que todo mundo ama.mas vc odeia de coração
    Sou eu com a Emily
    Eu tomei birra depois de ler o livro questões do coração.tomei tal raiva
    Que não consigo me ver lendo mais nada dela rsrsrs
    Este livro realmente te cativou e é maravilhoso quando ocorre isto.principalmente quando é algo que estávamos procurando .fiquei interessada mas deixarei passar no momento .a autora ainda não teve meu perdão kkkkkk
    Parabéns pela resenha

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  22. Ola Tamara lindona, eu gosto da leveza da escrita da autora, ainda não li esse li, mas o tema futebol em excesso pode atrapalhar minha leitura. Pretendo ler após uma leitura densa para aliviar. Adoro as capas de seus livros. beijos

    Joyce
    Livros Encantos

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  23. Sua resenha me lembrou muito o filme "Beleza Americana". Não sei se você já viu, mas como você gostou desse livro da Emily, é bem provável que você goste desse filme. Aliás, esse tema é um pouco polêmico né? Quantas não são as meninas que se apaixonam por professores mais velhos porque veêm neles uma maturidade e uma proteção que ainda não encontraram em ninguém.

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  24. Oi Tamara, tudo bem?

    Não conhecia o livro, mas já fiquei muito encantada apenas pela sua resenha, com toda certeza seria um livro que iria me encantar. Gosto de histórias que tenham belas lições e que me ensinem algo valioso e parece que isto ocorre nesse livro. Confesso que quando li o começo da resenha e a amizade dela com o treinador, já imaginei que isto poderia acontecer. Parece ser um romance lindo e tocante, vai para a listinha!

    Beijos!

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  25. Olá, tudo bem?

    Eu não tinha me interessado por esse livro por causa da capa. Já li alguns livros da Emily, mas esse não tinha vontade. Agora que li sua resenha, fiquei curiosa pra ler. Vou anotar sobre essa leitura e quem sabe em breve eu acabe lendo. Emily é sensacional. Parabéns pela resenha!

    Beijos
    Laneh Martins

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  26. Eu li esse livro, e o problema dele não é o futebol americano, é que não gostei mesmo. Aliás, refaço minha frase, eu tentei ler esse livro, pois quanto mais lia, menos gostava. A autora faz livros pra vender e quando se tenta misturar alguns temas sérios com livro comercial, é uma mistura que na maioria das vezes não funciona.

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  27. Oi Tamara, tudo bem?
    Infelizmente o livro não me cativou pela leitura. Sua resenha ficou ótima e destacou bem o que te chamou atenção após os primeiros capítulos em que não se sentiu presa no enredo. Esse tipo de romance em si não me chama atenção, ainda não consigo compreender porque, mas pode ser que isso mude no decorrer dos anos, sou louca e que não me motiva agora, pode me motivar depois. De qualquer forma, me parece um livro bem sensível e com uma história bem delicada. Xero!

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  28. Olá, tudo bem? Sempre ouvi falar bem da escrita da autora, mas nunca tive ainda oportunidade de lê-la. Essa questão de diferença de idade, de fato se não for bem trabalhada pode ser um grande problema. Olha por mais que você tenha falado que leu ele por parecer um romance leve, pelo que pude ler ao meu ver não é nada leve HAHAHA Gostei da resenha e super dica anotada!
    Beijos,
    diariasleituras.blogspot.com.br

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  29. Oi Tamara!
    Quando li esse livro, também tive muita dificuldade pra pegar embalo, parecia que a leitura não fluía e por vários momentos quis estrangular a Shea, e pra mim só depois da metade que começou a ficar empolgante... compartilho de muitos dos seus sentimentos e no final eu realmente gostei do livro.

    Beijokas

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