16 junho 2017

[Resenha] 12 Doutores, 12 Histórias - Vários autores



Título: 12 Doutores, 12 Histórias
Autor (a): Vários
Páginas: 480
Editora: Rocco
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Sinopse: Não é qualquer universo que pode receber 12 visitantes tão ilustres e acolher 12 interpretações tão radicalmente diferentes do mesmo herói.
Doctor Who, o fenômeno cultural britânico que conquistou o mundo, a série de ficção científica mais antiga da televisão, conta as aventuras do Doutor, um alienígena de aparência humana que trafega livremente pelo tempo e o espaço. Fascinado pelo planeta Terra e a humanidade, o Doutor está sempre acompanhado de um terráqueo enquanto viaja na sua nave, a TARDIS, por todos os cantos do universo e da história.
Para celebrar os 50 anos da série, completados em 2013, 12 dos maiores nomes da literatura fantástica da atualidade entre eles Eoin Colfer, Marcus Sedgwick, Philip Reeve, Richelle Mead, Neil Gaiman e Holly Black homenageiam o personagem com histórias inéditas na aguardada coletânea Doctor Who: 12 doutores, 12 histórias.
Em 51 anos de TV, o Doutor foi interpretado por 12 atores diferentes, cada um deles uma encarnação  diferente do personagem, com personalidades e trejeitos diferentes. As muitas faces do Doutor e suas jornadas infinitas ofereceram aos criadores da série a liberdade de explorar não só as galáxias e profundezas do tempo, mas também temas que vão do lírico ao terror, numa verdadeira investigação do coração e da mente do ser humano.
É essa mesma liberdade de imaginação que agora vemos nas mãos de 12 dos autores de ficção mais queridos da atualidade, que foram conquistados pelas peripécias do Doutor, alguns desde que eram crianças, e que agora compartilham com os fãs dele e seus próprios leitores 12 visões muito particulares do personagem mais cativante deste lado da galáxia.

Primeiro, resumir Doze Doutores, Doze Histórias* ia levar tempo demais e provavelmente o resumo ia ficar muito maior do que eu gostaria, já que é uma dúzia de contos envolvendo o Doutor e suas encarnações.
Segundo, espere qualquer coisa, exceto um livro ruim, porque esse passa bem longe disso. Também, admire a lindíssima edição “livro de biblioteca antiga” feita pela Rocco, no selo Fábrica fantástica. A diagramação é nada menos que perfeita, combinando com a temática, a fonte é excelente para a leitura e a revisão é impecável. Simplesmente um capricho. Gente, olhem as fotos e me respondam: tenho ou não razão?

Cada conto, escrito por um autor muito diferente e com certeza vocês reconhecerão vários, é nada menos que excelente e todos são muito fiéis à essência do personagem e o modo como os episódios são feitos, que por mais que tenha mudado nessas décadas, é essencialmente o mesmo.
Uma mãozinha para o Doutor, por Eoin Colfer, autor da série Artemis Fowl: o menino prodígio do crime, é uma aventura pitoresca e ao mesmo tempo sinistra, já que o jeito turrão do primeiro Doutor se conflita seriamente com a maldade dos Piratas de Almas. Garanto, vocês não gostariam nada de se deparar com semelhantes seres. Uma excelente história em que, apesar de todo o mau humor e aquele pouco de egocentrismo do Primeiro Doutor, mostra um lado bondoso e sensível dessa primeira encarnação.


A cidade sem nome, de Michael Scott, irlandês, autor de uma série de livros, onde se inclui O alquimista: os segredos de Nicolau Flamel, envolve um time lord maligno, Thascalos, e um certo livro amaldiçoado chamado o Necronomicon, que leva o Segundo Doutor e seu companheiro Jamie a um planeta digno de terror sci-fi cujos habitantes são igualmente aterrorizantes. O excelente desenvolvimento ajuda a tornar a leitura excelente e a solução final nos faz ficar abismados e impressionados com a genialidade misturada à simplicidade e humildade da segunda encarnação.
A lança do destino, do inglês Marcus Sedgwick, é uma excelente desconstrução dos mitos asgardianos que acontece quando o Terceiro Doutor volta alguns mil anos no tempo junto da então companheira Jo Grant. É impressionante e ao mesmo tempo crível a maneira de associar os elementos reais ao que conhecemos das lendas envolvendo Odin, Thor e outros nomes famosos do mundo fictício de Asgard.

"Antes do Doutor, antes do Mestre, antes de Gallifrey e dos Senhores do Tempo, nossa raça controlava o universo. Acabou agora. Todos se foram. Restaram apenas poucos de nós."

As raízes do mal, do também inglês Philip Reeve, é uma igualmente maravilhosa história onde conhecemos a fundo as consequências do desejo de vingança se sobrepor à razão e como o Quarto Doutor (o que aparece em Shada) fará para sair disso e principalmente, tirar os habitantes da Estrutura Heligan de continuar na vida de mesmice e nomadismo que levam desde séculos. Além é claro, de nos ensinar uma preciosa lição, que vale para todas as histórias que vieram antes dessa e virão depois: toda a vida tem valor e não interessa o que você pense sobre atos e consequências.

"Acima da superfície morta de um mundo desconhecido, ao longe, entre as Estrelas de Outono, a Estrutura Heligan pende sozinha sob a luz forte e fria do espaço. Uma árvore que nunca conheceu a força da gravidade, exceto a própria, se tornou enorme, esticando os galhos imensos em todas as direções. Entre as folhas lustrosas, as pessoas construíram casas, salões e galerias, mas a árvore não as percebe. Está adormecida há séculos, sonhando seus sonhos longos, lentos e amargos de vingança..."

Na ponta da língua, do americano Patrick Ness, é um igualmente maravilhoso modo de nos dar outras preciosas lições: preconceito não está com nada e as pessoas que menos esperamos podem ser aquelas que vão nos tirar de um problema e tanto. O problema? Leiam e vão saber. Mas garanto que esse conto vai arrancar uma belíssima indignação de vocês em razão das situações que nele são descritas. Essas que infelizmente não são nada incomuns. Apenas imaginem um judeu e uma negra, ambos adolescentes, nos Estados Unidos do período pós segunda guerra. Apenas imaginem ambos se envolvendo com o Quinto Doutor e sua então companheira Nyssa. A partir daí, criem a imagem. E claro, leiam o conto, que devo dizer é um dos meus três favoritos.

"- O que eu quero dizer, Nyssa — falou o Doutor, desligando a tela e levantando-se cheio de floreios -, é que, como sempre, tudo é possível."



Algo emprestado, da também americana Richelle Mead, que com certeza todos conhecem das séries Academia de Vampiros e Georgina Kincaid, é o, digamos assim, um dos contos menos excelentes, mas com certeza absolutamente divertido. Onde o Sexto Doutor e sua companheira, também americana, Peri, se veem em um planeta inspirado na famosa Las Vegas onde ataques e sequestros estão acontecendo sem que ninguém saiba quem está fazendo e o motivo. Cabe ao Doutor “Cachinhos Dourados”*² descobrir o mistério cercando a situação e preferencialmente impedir o que quer que seja o ocorrido. Naturalmente, não deixa de ser incrível o que a sexta encarnação faz para evitar que o pior ocorra.

"Típico. O Doutor me prometeu champanhe e bolo, mas em vez disso ganhei lagartos voadores."

O efeito de propagação, da inglesa Malorie Blackman, conhecidamente autora infantil, nos traz uma história estilo “What If...?” (O que aconteceria se...?) que nos mostra um mundo onde os daleks, os mais famosos inimigos do Doutor, e também carinhosamente conhecidos como “saleiros gigantes”, são seres pacíficos e bondosos que ajudam a construir um mundo melhor. Entretanto, um pequeno problema surge quando o Sétimo Doutor e sua companheira Ace se veem nessa realidade alternativa. Um lindo e comovente conto sobre como apenas um pequeno passo pode começar algo novo se você estiver disposto a acreditar que é possível.

"- Alguns dias atrás, eu teria dito não sem hesitar - admitiu o Doutor. - Mas agora podemos ter esperança. E, pensando bem no assunto, já é um bom começo."

Esporo, do britânico Alex Scarrow, é um legítimo, excelente e sincero exemplar de sci-fi dos mais aterrorizantes (imaginem uma pegada meio Resident Evil), em que o Oitavo Doutor, que só apareceu em um telefilme e muitos audiolivros, em inglês, recebe a ajuda de uma militar sino americana (mas não fica claro se ela é) para conter uma terrível ameaça que exterminou em questão de dias toda a população de Fort Casey. Se o autor desejava nos fazer ficar com medo e ao mesmo tempo torcer para o Doutor conseguir expulsar a praga, ele conseguiu o intento com sucesso.

"Você busca comunicação?
Sim.
Você representa entidade?
Sim.
Representa este mundo?
Sim."

A Besta da Babilônia, do americano Charlie Higson, primariamente conhecido como roteirista do famoso programa Saturday Night Live, embarcou em uma aventura que mais parece saída de um filme de ficção científica dos anos setenta. Em que o Nono Doutor, agora os contos entrando na New Series, tem de evitar que uma criatura psicotemporal destrua a Babilônia do rei Hamurabi (que está aparecendo na tv em O rico e o Lázaro) e o mundo tal como viríamos a conhecer mais de quatro mil anos depois. Que eu achei excelente, óbvio, especialmente pela interação dele com a alienígena Ali, as referências à uma certa mitologia (Castor e Pólux dizem algo?) e o modo como ele resolve as coisas.


O Mistério da Cabana Assombrada, do irlandês Derek Landy, autor de Sr. Ardiloso Cortês, é outro conto que achei menos excelente, mas que funciona muito bem exatamente por um aspecto que geralmente muitos achariam negativo se usado demais: as referências. Todas literárias. Conhecidas da maioria do público leitor, inclusive o título, que referencia um dos livros da série Os Encrenqueiros. Passando por Dickens, Stoker, Pullman, irmãos Grimm e mais. A descoberta sobre quem é o vilão e seus motivos dá um pouco de pena ainda que dê vontade de dar umas boas sacudidas na criatura. O final, por sua vez, nos deixa meio divididos entre achá-lo o ideal ou não.

"O mistério da cabana assombrada além da capa, ela sabia que quase todas as pistas nos livros dos Encrenqueiros eram bem óbvias. O Doutor mal olhou para cima, porém. Estava ocupado demais olhando para baixo."

Hora Nenhuma, de ninguém menos que o autor de Deuses Americanos, Sandman, Mitologia Nórdica, O Oceano no Fim do Caminho e outros, Neil Gaiman, é outra história excelente. Aliás, ultrapassa esse conceito, inclusive é uma das minhas três favoritas do livro. Pois uma simples pergunta, “Que horas são?”, desencadeia todos os acontecimentos do conto, onde o último dos Senhores do Tempo tem de evitar que Kin, uma legião de uma criatura só, domine o planeta Terra e destrua o povo que o Doutor tanto ama, os terráqueos. É nada menos que genial o modo como o 11º soluciona o problema que inesperadamente se tornou grave demais.

"Os Senhores do Tempo construíram uma Prisão. Eles a ergueram em uma época e lugar além do alcance da imaginação de qualquer criatura que nunca tenha saído do sistema solar no qual foi gerada, ou que só tenha viajado no tempo de segundo em segundo, e sempre em direção ao futuro."

Luzes apagadas, de Holly Black, autora da trilogia Mestres da Maldição e coautora de As crônicas de Spiderwick, é um conto sinistro e ao mesmo tempo complicado. Primeiramente, o narrador e a narração são bem diferentes do que esperaríamos. Segundo, o rumo que a história toma é difícil e contraditório, pelo menos dependendo do que você pensa sobre alguns pontos. Terceiro e não menos importante, o modo como o Décimo Segundo Doutor resolve as coisas pode não ser considerado dos mais ideais, mas quando você pensa no que está lendo, percebe que a situação não é nada preta e branca. É cinza. De chumbo. Não menos que excelente é a história no saldo final.

"O espaço é tão escuro que olhar lá para fora confunde o cérebro. Quanto mais se olha para sua vastidão, para as estrelas suspensas e as galáxias torvelinhantes, mais se percebe quão imprecisas são as palavras como “escuro”, “preto” e “infinito”. Há tantos gradientes de sombra, todos eles apavorantes para mim."

Doze Doutores, Doze Histórias é recomendado para quem gosta de contos bem estruturados e desenvolvidos, além de ser um bom jeito de conhecer todos os Doutores das séries clássica e atual antes de se arriscar na série, pois nem todo mundo reage bem a ambas as coisas ou se dão bem com uma melhor do que a outra.

*: Os contos estão disponíveis em versão solo na Amazon e outras plataformas de venda.
*²:

21 comentários:

  1. Ola
    Apesar de a obra não chamar a minha atenção, por não ser fã da série ou da história em geral, devo concordar que a edição está impecável e a editora está de parabéns pelo excelente trabalho. O que achei muito interessante foi o fato de que cada conto é escrito por autores diferentes e alguns bem conhecidos, como Richelle Mead e Holly Black. Acho incrível para os fãs e para quem quer mesmo conhecer mais sobre os doutores.
    Beijos, F

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Olá...não conhecia o personagem e esse livro com certeza foi uma forma bem criativa de relembrar o personagem para seus fãs além de trazer um público novo para conhecê-lo...sucesso bjs

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  4. Eu não sou de ler contos, mas além da sua resenha ter dito que os contos são bem construídos, como não ter vontade de ler quando se trata de Doctor Who e com essa edição maravilhosa da Rocco? Eu sou fã da série, e fiquei super curiosa pra conferir!
    Tô particularmente curiosa pelos contos do Patrick Ness e Richelle Mead! <3

    Virando Amor

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  5. Olá! Que bom que o livro passa bem longe de ser ruim e tem uma diagramação perfeita. Acho interessante livros com vários autores, assim conhecemos novos autores com gêneros parecido mais características diferentes. Os nomes dos contos estão interessante e o resumo que você fez deles também. Parabéns pela resenha. Contos bem estruturados e desenvolvidos são sempre bem vindos! Dica anotada! Beijos'

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  6. Oie...
    Adorei a sua resenha ;)
    Todo mundo sabe que eu sou uma verdadeira amante de contos, portanto ao saber que os destes livros são todos bem estruturados e desenvolvidos me animei bastante a ler, tenho certeza de que será uma excelente experiência.
    Dica anotada!
    Bjo

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  7. Olá Renata,
    Ainda não li esse livro e, apesar de achar a capa bacana, não tenho vontade de ler e não é por não gostar de contos ou dos autores, pois tem autores incríveis aí. Acho que estou um pouco saturada de livros assim.
    Fico contente, entretanto, que você tenha curtido e que os contos sejam bem estruturados.
    Sua resenha e as fotos estão lindas.
    Beijos

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  8. Olá!

    Achei a capa linda! e o contexto geral me agrada, doze autores renomados, parece ter contos não criveis! Porém, nunca li nada sobre o Doutor, acredito que não vou gostar muito e também não gosto muito de contos, por isso dessa vez vou passar a dica, mas adorei sua resenha!

    Beijos
    Jess

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  9. Eu tenho um marcador de página desse livro, ele é enorme! Hahahaha
    Eu nunca assisti Doctor Who, então não seria algo que eu leria e confesso que nem sei o que comentar, porque eu até fiquei meio perdida! Hahahaha
    Mas curti que você fez um breve resuminho dos contos e um que me chamou a atenção foi o do Patrick Ness, porque conheço o autor e o potencial de sua escrita, além do conto também abordar o preconceito.

    Beijos

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  10. Olá! Tudo bem?
    Eu já estava morto de vontade de ler esse livro, e você ainda fala que os contos são maravilhosos? Vou ter que adquirir agora mesmo haha.
    A Rocco caprichou na edição mesmo, ein? Eita editora que gosta de deixar seus leitores maravilhados com tanta beleza rsrs;
    Parabéns pelo post e blog. Beijão!!!

    http://bloggmundodoslivros.blogspot.com.br/

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  11. Olá,
    você pode não acreditar, mas eu escuto falar dessa série e nunca li nada sobre. Não fazia ideia de que era tão antiga e tão legal. Me senti uma alienígena kkkk
    Apesar de não gostar no estilo "biblioteca antiga", achei os contos bem interessantes.
    Gostei muito dos seus resumos e os que mais me chamaram a atenção foram: "As raízes do mal", "Na ponta da língua", "O Efeito de Propagação" e "Hora Nenhuma", pois parecem trazer ótimas lições, fico feliz deles estarem disponíveis de maneira individual.

    Beijos,
    Anne
    Fadas Literárias

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  12. Oi, Renata!
    O livro não chama minha atenção principalmente por se tratar de contos, um gênero que não leio tanto, mas achei muito legal a edição e também a forma como você estruturou a resenha. Dificilmente lerei, mas para quem gosta e se interessa pelo tema e estilo é uma ótima dica.

    beijos,

    Rafa [blog - Fascinada por Histórias]

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  13. Olá!

    Acredita que eu não sabia que tinha livro? Já tinha escutado bastante sobre a série (minha melhor amiga é a doida do Doctor Who) mas nunca parei para assistir então não estou familiarizada com a história, mas achei a capa bonita porém simples. Apesar de não ser fã de contos gostei bastante da premissa do O efeito de propagação. Gostei bastante da sua resenha, bem completa sem ser cansativa e as fotos estão ótimas.

    Beijos e Sucesso!!!

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  14. Olá, tudo bem?

    Eu confesso que não sabia desse livro, mas não poderia ficar mais contente em conhecê-lo. Principalmente depois de ver que o Gaiman escreveu um conto para ele. Meu coração deu até um pulo. O conto parece ser interessantíssimo, bem a cara do autor mesmo. Fico bem feliz em saber que todos os autores conseguiram evocar bem a personalidade do Doutor, isso é importantíssimo. Parabéns pela autora.

    Ingrid Cristina
    Plataforma 9 3/4

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  15. Oie amore,

    Sou fascinada por contos... então fica fácil curtir essa belezura.
    Lendo sua resenha percebo que se trata de um livro maravilhoso, fiquei ainda mais curiosa pra ler com suas descrições.
    Vou deixar anotada a dica por aqui já!

    Beijokas!

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  16. Oi, re, eu não conheço esse universo dos doutores e tal, por isso não sei se leria esse livro, mas achei ótima a sua resenha detalhando cada conto. Também achei muito legal o fato de vários desses contos trazerem lições bacanas, isso é sempre maravilhoso.

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  17. Ola!
    Por mais que o livro não faça parte do meu gênero, eu gostei bastante, a edição esta linda.
    Parabéns

    Beijos
    Leitora Dramática
    http://blogleitoradramatica.blogspot.com.br/?m=0

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  18. Oi, preciso dizer que essa é uma história que eu vi e dei de presente para o meu irmão que é fã, mas que eu mesma não tenho interesse. Até sua resenha eu nem conhecia sobre o que se tratava os contos, mas achei bem legal as mensagens e a forma com que elas são construídas. Acredito que mesmo sendo um conto é importante agregar lições a suas histórias, então ver que isso acontece é muito bom. Infelizmente o universo não me atraí, mas amei sua resenha e essa é uma edição linda! Vou passar a dica, mas para quem gosta realmente é uma boa dica até para conhecer antes de se aventurar no universo.
    Um beijo
    www.brookebells.com

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  19. Olá!
    Acredita que eu tenho esse livro aqui e até agora não criei vergonha na cara para ler? Eu sou muito fã de Doctor Who, mas não conheço muito dos doutores antigos, então acredito que essa obra seria uma ótima pedida para começar a conhecer. Estou bem curiosa com os contos da Holly Black, Michelle Lead e Neil Gaiman.
    Beijos.

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  20. Oi!
    Imagino que esse deve ser um ótimo livro para quem é fã da série, como eu não comecei até hoje a vê-la (Shame, shame) acho que ficaria um pouco perdida, ou não aproveitaria o livro tanto quando os fãs.
    Mas realmente a edição é incrível e é um item de coleção perfeito

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  21. Eu sou fã de carteirinha da série e venho namorando esse livro há bastante tempo. Mas o preço não acessível vem sendo meu fiel inimigo que nunca me deixa realizar meu sonho.
    Um dia desses junto uns trocados e cometo a loucura de comprar esse livro.
    Aliás, ótima resenha. Gostei bastante dos resumos e do seu jeito de esclarecer as coisas.
    Bjs!

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