03 maio 2017

[Lançamentos] Editora Rocco - Maio






Aqui estou - Por Jonathan Safran Foer
Após onze anos de espera, Jonathan Safran Foer, um dos mais aclamados nomes da literatura deste século, retorna ao romance com Aqui estou. Assim como nos celebrados Tudo se ilumina e Extremamente alto e incrivelmente perto, o autor apresenta uma narrativa que, partindo do doméstico, transborda universalidade ao contar a história de uma família judia em Washington que vive um momento de crise, ao mesmo tempo que um terremoto de grandes proporções atinge Israel, gerando ainda mais instabilidade política e social na região e abalando também as convicções de cada um dos personagens e a própria estrutura familiar. Captando com precisão o espírito caótico de nosso tempo em uma trama pontuada por casamentos em xeque, cidades devastadas e opiniões polarizadas, Foer reflete sobre os conceitos de felicidade, tristeza, vida, morte, amor, intimidade, sexualidade, religião, ceticismo, tradição, tecnologia, cultura, passado, presente e futuro. Considerado um dos melhores livros de 2016 pela crítica (The New York Times, Time Magazine, Times Literary Supplement), Aqui estou é uma obra impactante, engraçada e, acima de tudo, urgente.





Um romance perigoso - Flávio Carneiro
Depois de O campeonato e O livro roubado, Flávio Carneiro põe a dupla André e Gordo no centro de uma nova trama policial com sotaque carioca. Em Um romance perigoso, o detetive particular e o amigo, dono de um sebo na rua do Lavradio e apaixonado por literatura policial, seguem o rastro de um serial killer que está matando autores de autoajuda e deixando o mercado editorial, e toda a cidade, em polvorosa. E não se trata de um assassino qualquer, mas de um leitor dedicado do escritor norte-americano Dashiell Hammet, pois a cada crime ele deixa uma pista que faz alusão aos livros do autor. Entram em cena, então, um alfaiate e exímio conhecedor da obra do autor de O falcão maltês e outros clássicos do romance policial, um taxista dono de um motel-fazenda no interior do estado onde um dos crimes acontece e outros personagens improváveis que circulam como peças num tabuleiro de xadrez por um Rio de Janeiro ao mesmo tempo solar e noir.





A arte da criatividade - Por Rod Judkins
Professor da University of The Arts London (UAL), no prestigiado Central Saint Martins, referência no ensino de arte e design na Inglaterra, Rod Judkins é especialista em técnicas criativas e consultor de empresas. Preocupado em levar o espírito da criatividade e da liberdade existentes no mundo da arte para a vida cotidiana, ele mostra que pensar criativamente, além de ser a chave para resolver muitos problemas no mundo do trabalho e dos negócios, é uma forma de se relacionar com a própria vida. O livro apresenta técnicas úteis para desenvolver o pensamento criativo e examina o comportamento de mentes brilhantes como Andy Wharol, Steve Jobs e outras personalidades de diversas áreas, além de ensinar como superar obstáculos como insegurança, medo ou falta de motivação. Segundo o autor, criatividade não tem a ver com produzir uma pintura ou um romance, mas com criar a si próprio, um futuro melhor e aproveitar as oportunidades.






Ofício de escrever - Por Frei Betto
Leitor obstinado e escritor prolífico, Frei Betto chega ao seu sexagésimo livro. Não à toa ele se dedica, nesta obra que marca um feito tão notável, justamente ao ato de escrever, para ele uma verdadeira missão. Em Ofício de escrever, Frei Betto discorre sobre seus hábitos, técnicas e os pequenos macetes que adquiriu com a experiência, oferecendo dicas preciosas para estudantes, professores e aspirantes a escritor. Mas sua análise não se restringe à sua própria obra. Ele também examina os processos criativos e a técnica de autores diversos, como William Shakespeare, Miguel de Cervantes, Tomasi di Lamepdusa, Antoine de Saint-Exupéry, T.S. Eliot e os mineiros Bartolomeu Campos de Queirós e Adélia Prado, entre outros, prestando uma verdadeira homenagem a seus escritores favoritos e à literatura.






Minha mãe fazia - Por Ana Holanda
Jornalista com passagem pelas principais redações de revistas do país, Ana Holanda sempre viu a comida não só como alimento para o corpo, mas para a alma. Afinal, quantas histórias, confidências, causos de família e momentos marcantes vivemos em torno de uma mesa posta, ao lado de familiares e amigos, ou mesmo durante o preparo das refeições, em meio à movimentação da cozinha? Em Minha mãe fazia, Ana reúne deliciosas receitas que são uma verdadeira viagem aos sabores, aromas e memórias da infância e de toda uma vida, resgatadas em crônicas igualmente saborosas. O projeto, que nasceu no Facebook e ganha agora caprichada edição em livro, reúne receitas que Ana tirou do caderno de sua mãe, exímia cozinheira, e do seu próprio. São pratos do dia a dia, bolos, doces simples, comida sem frescura ou a pretensão de ser gourmet. Nas palavras da autora “comida de mãe, que nos refaz quando a gente precisa, afaga ou acolhe quando o momento pede”. E temperadas com uma escrita afetiva que deixa o leitor com água na boca e o coração leve.






Órfã #8 - Por Kim van Alkemade
Em 1919, Rachel Rabinowitz e seu irmão são levados para um orfanato em Nova York, após perderem a mãe e serem abandonados pelo pai, fugitivo da polícia. Separada do irmão e mantida em quarentena após contrair uma doença, Rachel logo se torna cobaia da Dra. Mildred Solomon, que conduz uma série de pesquisas sobre tratamentos com raio X em crianças órfãs, e é submetida a experimentos de eficácia duvidosa e efeitos colaterais desconhecidos. Mais de três décadas depois, os caminhos de Rachel e da Dra. Solomon se cruzam novamente, desta vez no Lar Hebraico para Idosos, onde Mildred, agora uma senhora debilitada, está internada sob os cuidados da enfermeira lésbica Rachel. Inspirada pela história do avô, que cresceu num orfanato judaico em Manhattan, e em pesquisas realizadas nos arquivos do Museu Judaico, a autora construiu um romance histórico repleto de drama, tensão e questionamentos éticos.





O bom do amor - Por Lais Soares e Chris Melo
“O bom do amor é aumentar o volume do rádio quando a música preferida do outro toca.” “O bom do amor é gostar de dormir agarradinho no inverno e saber dividir o ventilador no verão.” “O bom do amor é apreciar cada qualidade, mesmo rodeada de defeitos.” O bom do amor reúne tirinhas de Chris Melo, autora de romances de sucesso entre o público feminino, e aquarelas de Laís Soares que retratam, de forma delicada, sincera e bem-humorada, os pequenos gestos que dão real significado a palavras como companheirismo e cumplicidade na vida de um casal. A cada página, o leitor encontra uma tirinha mostrando uma situação do dia a dia que comprova que o amor – e a felicidade – está nos pequenos prazeres do cotidiano.






A ordem dos clarividentes - Por Samantha Shannon
No segundo volume da série Bone Season, uma fantasia distópica com toques paranormais, Paige Mahoney escapou da colônia penal Sheol I e é a pessoa mais procurada de Londres. Ela é uma andarilha onírica, um dos tipos mais raros de videntes, que são uma realidade na Inglaterra em 2059, mas nem por isso deixam de ser marginalizados e perseguidos pela sociedade. Com a comunidade clarividente dividida por segredos obscuros e ameaçada pelos Rephaim, Paige deve seguir em frente, até que o destino de Scion, e o seu próprio, seja decidido.










Guerra do rock - Por Robert Muchamore
Doze bandas, três jovens, uma competição que pode mudar suas vidas para sempre. Ambientado no subúrbio de Londres, Guerra do rock é um romance original e emocionante sobre música, sonhos e a difícil passagem para a vida adulta, protagonizado por três jovens de personalidades e origens diferentes, cujos destinos se cruzam numa batalha de bandas. Jay toca guitarra e sempre sonhou em ser músico; Summer cuida da avó e tem uma voz maravilhosa; Dylan estuda numa escola de elite e não liga muito para nada, mas acaba obrigado a se juntar a uma banda por um de seus professores. Com referências musicais que vão de Led Zeppelin e Beatles a Metallica e Coldplay, entre muitas outras, o livro acompanha a trajetória dos três personagens ao longo do eletrizante reality show Guerra do rock, uma espécie de The Voice de bandas de rock, e aborda temas como relações familiares, drogas, delinquência juvenil, conflitos raciais e distúrbios psicológicos.





Os guardiões de sangue - Por Carter Roy
Ronan Truelove tem 13 anos e uma vida normal até o dia em que sua mãe, após buscá-lo na escola, se envolve numa perseguição em alta velocidade. Sem entender muito bem o que está acontecendo, Ronan descobre que seu pai foi sequestrado e que a mãe faz parte de uma antiga ordem, os Guardiões do Sangue, formada por espadachins responsáveis por proteger os Puros. De repente, toda a agenda de atividades extracurriculares – ginástica, judô e até treinamento de sobrevivência – de Ronan começa a fazer sentido, afinal, ele se vê no meio de uma aventura tão perigosa quanto emocionante para garantir o bem-estar das 36 almas nobres que mantém o equilíbrio do mundo. Em meio a surpresas e perigos de todos os tipos, Ronan se alia a parceiros improváveis, se apaixona, descobre talentos que nem imaginava que possuía e, principalmente, encontra seu verdadeiro propósito.





Britânica que conta as peripécias de uma menina órfã esperta, charmosa, autoconfiante e... muito desastrada. Em sua primeira aventura, Ivy se vê abandonada em Paris, sem nenhum centavo e completamente perdida. Quando uma duquesa a incumbe de entregar um colar incrível (e possivelmente amaldiçoado) a uma menina chamada Matilda, em seu aniversário de 12 anos, Ivy enxerga a chance de retornar a Londres e embarca num navio para cumprir a missão. A partir daí, a intrépida protagonista conhece uma série de personagens improváveis e se envolve em muitas confusões e mistérios, incluindo um ataque de estranhas criaturas nanicas que usam vestes de monges. Será que Ivy conseguirá entregar o colar a Matilda e, principalmente, chegar sã e salva à última página?






A mulher que matou os peixes - Por Clarice Lispector
Último dos títulos infantis de Clarice Lispector a ganhar nova e sofisticada edição em capa dura, A mulher que matou os peixes é um verdadeiro canto de amor aos animais. Ainda pouco conhecidos do grande público, os livros infantis da autora de A hora da estrela e outros clássicos da literatura brasileira nasceram das histórias que Clarice contava aos seus filhos e têm em comum o amor da escritora pelos bichos. A nova edição traz a dedicatória que a autora fez aos filhos – Pedro e Paulo – na edição original da obra, em 1968, e aos netos que ela ainda não tinha. E é justamente a ilustradora Mariana Valente, neta de Clarice, que assina as ilustrações e projeto gráfico do novo livro. Usando técnicas de colagem que são a marca de seu trabalho, Mariana dá vida a uma Clarice multifacetada e multicolorida. O resultado é uma obra de inesquecível ternura, renovada agora pelo traço ao mesmo tempo ousado e carinhoso de sua neta.






A hora da estrela (capa dura) - Por Clarice Lispector
Um dos maiores clássicos da literatura brasileira e também o romance mais popular de Clarice Lispector, A hora da estrela completa 40 anos em 2017 e ganha uma edição comemorativa com projeto gráfico sofisticado, enriquecida por textos críticos assinados por Nadia Gotlib, Eduardo Portella, Clarisse Fukelman, Paloma Vidal, o irlandês Colm Tóibín, a francesa Hélène Cixous e a argentina Florencia Garramuño e um caderno de 16 páginas reunindo reproduções em fac-símile do manuscrito original, bilhetes e anotações da autora. Lançado em outubro de 1977, menos de três meses antes de sua morte, Clarice Lispector expõe os dilemas criativos do escritor Rodrigo S. M., seu alter ego, para narrar a história de Macabéa, uma jovem alagoana órfã que trabalha como datilógrafa no Rio de Janeiro. Uma obra que se mantém instigante, inovadora e profundamente comovente há 40 anos, ganhando reimpressões sucessivas e traduções em todo o mundo, e que agora atinge seu apogeu com esta edição comemorativa.






Escritos por J.K. Rowling, os três livros que compõem a Biblioteca Hogwarts – Animais fantásticos e onde habitam, Quadribol através dos séculos e Os contos de Beedle, o Bardo – chegam às prateleiras em novas edições, levando o leitor de volta ao universo mágico de Harry Potter. Agora em capa dura, com novo projeto gráfico e novas ilustrações de capa e miolo, os títulos podem ser adquiridos individualmente ou reunidos no box especial Biblioteca Hogwarts.
Existe um exemplar de Animais fantásticos e onde habitam em todas as casas bruxas. Afinal, é muito importante para qualquer aprendiz de bruxo conhecer essas criaturas e saber, por exemplo, que a acromântula é uma aranha monstruosa de oito olhos e dotada de fala humana desenvolvida pelos bruxos para guardar suas casas ou tesouros; ou que o basilisco possui cor verde-vivo e pode alcançar até quinze metros de comprimento.
Com seis novas criaturas e prefácio inédito do autor Newt Scamander, especialista em animais fantásticos, o guia original de animais mágicos da série Harry Potter traz um inventário completo desses seres incríveis. O livro foi adaptado para o cinema como uma aventura ambientada em Nova York muitas décadas antes do nascimento do menino bruxo, com roteiro de J.K. Rowling.





Escritos por J.K. Rowling, os três livros que compõem a Biblioteca Hogwarts – Animais fantásticos e onde habitam, Quadribol através dos séculos e Os contos de Beedle, o Bardo – chegam às prateleiras em novas edições, levando o leitor de volta ao universo mágico de Harry Potter. Agora em capa dura, com novo projeto gráfico e novas ilustrações de capa e miolo, os títulos podem ser adquiridos individualmente ou reunidos no box especial Biblioteca Hogwarts.
Esporte tão popular para os bruxos quanto o futebol para os não bruxos, o quadribol é praticado com os jogadores suspensos em suas vassouras e, como o nome sugere, com quatro bolas por partida. Quadribol através dos séculos apresenta um histórico completo do esporte mais praticado em Hogwarts, desde a sua origem até o presente século, as modificações ocorridas ao longo do tempo, descrição dos times e sua difusão pelo mundo. Repleto de detalhes curiosos, o livro é leitura obrigatória para os alunos da Escola de Magia e Bruxaria frequentada por Harry Potter (e para os fãs).
Segundo Kennilworthy Whisp, famoso especialista em quadribol e pseudônimo de J.K. Rowling, o primeiro registro sobre o esporte data do século XI: uma bruxa que vivia às margens do brejo Queerditch, relatou em seu diário, em poder do Museu do Quadribol em Londres, que um grupo de bruxos montados em suas vassouras jogava bola, tentando acertar em troncos situados em cada lado do lugar, e pedras. De lá até os dias de hoje, o quadribol evoluiu até chegar ao que conhecemos através dos livros da série Harry Potter.





Os contos de Beedle, O Bardo - Por JK. Rowling
Citado em Harry Potter e as Relíquias da Morte como um presente deixado pelo mestre Alvo Dumbledore para Hermione Granger, Os contos de Beedle, o Bardo reúne cinco contos populares para jovens bruxos e bruxas. Como J.K. Rowling explica na apresentação do livro, pouco se sabe do passado de seu autor, apenas que Beedle, o Bardo, teria nascido em Yorkshire no século XV, possuía uma longa barba e que suas histórias foram passadas de geração em geração por pais bruxos para seus filhos, da mesma forma que os contos e fábulas escritos para pequenos trouxas (crianças não bruxas). O livro, traduzido das runas originais pela personagem Hermione, a partir do velho exemplar herdado por ela, traz comentários e notas do professor Alvo Dumbledore. São reminiscências do mestre que revelam muitas curiosidades sobre sua fascinante personalidade e o passado de Hogwarts
A primeira das histórias, “O bruxo e o caldeirão saltitante”, tem como protagonista o filho de um bruxo muito bom que, após a morte do pai, decide não ajudar os outros como o pai o fazia; “A fonte da sorte” mostra a busca de três bruxas e um cavaleiro por uma fonte, cuja água concede boa sorte a todos aqueles que nela se banharem; em seguida, a mais assustadora das narrativas, “O coração peludo do mago”, sobre um velho bruxo incapaz de amar e uma donzela que em muito lembra as donzelas dos contos de fadas trouxas; em “O conto dos três irmãos”, Rowling apresenta as aventuras da esperta “Babbity, a coelha, e seu toco gargalhante”; já “O conto dos três irmãos” aparece na íntegra em Harry Potter e as Relíquias da Morte e é fundamental para o entendimento da trama.





Biblioteca de Hogwarts - Por JK. Rowling
Os três livros que compõem a Biblioteca Hogwarts, usados pelos alunos da Escola de Magia e Bruxaria na série Harry Potter – Animais fantásticos e onde habitam, Quadribol através dos séculos e Os contos de Beedle, o Bardo –, reunidos num box que não pode faltar na estante dos fãs. Além de serem vendidos separadamente, os livros podem ser adquiridos dentro de uma caixa especial, formando a coleção dos sonhos de qualquer Potterhead.
Com seis novas criaturas e prefácio inédito de seu autor, Newt Scamander, especialista em criaturas mágicas, Animais fantásticos e onde habitam reúne informações detalhadas sobre seres como a acromântula, uma aranha monstruosa de oito olhos dotada de fala humana desenvolvida pelos bruxos para guardar suas casas ou tesouros, e o basilisco, entre outros. Leitura obrigatória para qualquer aprendiz de bruxo, o guia original de animais mágicos da série Harry Potter traz um inventário detalhado desses seres fabulosos.
Já Quadribol através dos séculos apresenta um histórico completo do esporte mais praticado em Hogwarts. Tão popular para os bruxos quanto o futebol para os não bruxos, o quadribol é praticado com os jogadores suspensos em suas vassouras e, como o nome sugere, com quatro bolas por partida. No livro, Kennilworthy Whisp, famoso especialista em quadribol e pseudônimo de J.K. Rowling, explica tudo sobre o esporte, desde a sua origem até o presente século, as modificações ocorridas ao longo do tempo, sua difusão pelo mundo etc. Repleto de detalhes curiosos, Quadribol através dos séculos é leitura obrigatória para os alunos da Escola de Magia e Bruxaria frequentada por Harry Potter (e para os fãs).
Citado em Harry Potter e as Relíquias da Morte como um presente deixado pelo mestre Alvo Dumbledore para Hermione Granger, Os contos de Beedle, o Bardo reúne cinco contos populares para jovens bruxos e bruxas. Como J.K. Rowling explica na apresentação do livro, pouco se sabe do passado de seu autor, apenas que Beedle, o Bardo, teria nascido em Yorkshire no século XV, possuía uma longa barba e que suas histórias foram passadas de geração em geração por pais bruxos para seus filhos, da mesma forma que os contos e fábulas escritos para pequenos trouxas (crianças não bruxas).  O livro, traduzido das runas originais pela personagem Hermione, a partir do velho exemplar herdado por ela, traz comentários e notas do professor Alvo Dumbledore que revelam muitas curiosidades sobre sua fascinante personalidade e o passado de Hogwarts.

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