18 janeiro 2017

[Resenha dupla] "Trilogia" A seleção - Por Kiera Cass



Livro 01 - A Seleção (Skoob || Encontre)
Livro 02 - A Elite (Skoob || Encontre)
Livro 03 - A Escolha (Skoob || Encontre)


Trata-se de uma distopia que se passa no futuro, ambientada no que antigamente foram os Estados Unidos da América. Eis o que houve: os EUA estavam enfraquecidos e endividados, deviam valores altíssimos a China e não tinham condições de pegar. Visando saldar a divida, a China invadiu os EUA, que passou a chamar-se Estados Unidos da China. Posteriormente, houve uma revolta e o país conseguiu se libertar da China, passando a se chamar, então, Illéa.


"Não queria ser a princesa de Illéa. Queria ser a princesa de Aspen."

O país agora é dividido em castas, que vai da casta um até a casta oito. Onde os integrantes da casta um são os membros da família real e os integrantes da casta oito são os moradores de rua, que têm que mendigar para conseguir seu sustento. Agora o príncipe Maxon atingiu a idade adulta e precisa encontrar uma esposa. O que será feito da seguinte forma: 35 mulheres, de diferentes castas e províncias, serão selecionadas para morar no palácio enquanto disputam o coração do príncipe, que escolherá uma delas para ser sua esposa.

América Singer é integrante da casta cinco, o que significa que é uma artista e que a família, - composta por pai, mãe e cinco filhos – tem que trabalhar muito para garantir a própria subsistência. Quando recebe a carta informando acerca da possibilidade de inscrever-se na Seleção, ela não tem a mínima intenção de se inscrever. Mas acaba fazendo isso por insistência da mãe e do namorado, o Aspen.

''Um sorriso tranquilo nasceu no meu rosto e no dele. Nossa amizade – se é que podíamos chamar assim – era estranha e cheia de furos, mas pelo menos era honesta.''

Mas por que o namorado quereria que ela se inscrevesse para participar de uma competição para conquistar outro homem? Aspen pertence a casta seis, está abaixo da América e não quer privá-la da oportunidade de conseguir uma vida melhor. América, por sua vez, está muito feliz com o Aspen, obrigada! Para ela não será sacrifício decair de casta para poder viver seu amor com o Aspen, já que até o momento tiverem que manter o relacionamento escondido.

O Aspen, no entanto, não concorda com isso. Ele quer que a América tenha a melhor vida possível e se isso significa ficar longe dela, que seja! Ele termina o namoro de dois anos com a América pouco antes de sair o resultado da Seleção, o que a deixa arrasada. Finalmente saí o resultado e, para imensa surpresa de América, ela é selecionada. Na sua festa de despedida, antes de ir para o palácio, ela vê Aspen com outra garota. É então que formula um plano: aproveitar a comida do palácio, ajudar a família – já que sua família será remunerada durante sua estadia no palácio -, e se manter na competição até que consiga esquecer o Aspen, antes de voltar para casa e encontrá-lo novamente.

''- Você chamou todas de minha querida? [...]
- Sim, e todas parecem ter gostado. [...]
- É exatamente por isso que eu não gostei.''

Mas as coisas não saem conforme ela previra, o príncipe lhe agradou muito mais do que ela imaginara, e, o que começou como amizade, pode se transformar em muito mais. No entanto, eis que as coisas ficam complicadas novamente: Aspen foi recrutado e designado a trabalhar no palácio na função de guarda, e, ao vê-lo América percebe que ainda não o esqueceu.

''Se você não quiser que eu me apaixone, não pode ficar assim tão linda.''





Esta resenha será especial por dois motivos: primeiro, falaremos dos três primeiros livros da série A Seleção – A Seleção, A Elite e A Escolha -, claro, sem dar spoilers, e, segundo, será feita por duas colaboradoras do blog, eu, Barbara, e a Maria Fernanda. O mais interessante é que se trata de um livro destinado ao público juvenil e eu tenho 26 anos e a Maria Fernanda tem 13, o que trará pontos de vista diferentes (apesar de que eu provavelmente sou mais infantil que ela). E sim, ela escreve melhor do que eu. Não, eu não me incomodo com isso (vê se não enche).


[BARBARA] América é uma garota bondosa, teimosa e impulsiva. Ela faz o que considera correto sem pensar nas conseqüências. Eu a considerei egoísta e imatura em alguns momentos, mas ela evoluiu no decorrer da série. Somente uma coisa me incomodou de fato: ela não queria estar ali – no palácio – justamente porque não concordava com a forma que as coisas eram feitas. No entanto, em momento algum passou pela cabeça dela ficar ali, aceitar algumas coisas, para dar início a mudanças.

[MARIA] O fato da sociedade ser dividida em castas não é bem recebido pela América, que de início percebemos que sofre problemas por isso: precisa manter um relacionamento escondido, e percebe a desigualdade social que atinge sua família. É nítida essa desigualdade, pois enquanto as outras candidatas querem apenas uma chance com o príncipe, América valoriza a comida bem feita e de qualidade de vida que recebe naquele lugar, o que chega a motivar a personagem para se manter ali. Com o tempo ela amadurece, mas não deixa sua essência de lado, sempre humilde e defendendo sua opinião.

[BARBARA] O Aspen, além de lindo, é extremamente bondoso e gentil, sério, não existe sequer uma molécula de egoísmo nele. Ele é muito parecido com a América em alguns aspectos, é muito corajoso e também é teimoso como uma mula quando quer. Ele é integrante da casta seis, seu pai morreu há alguns anos e recaiu sobre ele a responsabilidade de sustentar a família, composta pela mãe e por seis irmãos. O que ele faz sem reclamar e com o máximo de dedicação possível.


[BARBARA] O Maxon é romântico, gentil, divertido, atencioso, bondoso, educado: o completo oposto do que a América esperava. Ele vive praticamente preso dentro do palácio e não teve a oportunidade de conhecer muitas pessoas. Ele deseja desesperadamente poder encontrar na Seleção, se não um amor, pelo menos alguém que seja sua companheira. E está morrendo de medo de acabar com alguém que considera insuportável.

''Não era como se minha presença fizesse o mundo dele mais feliz. A sensação que tinha era de ser o mundo dele. Não havia explosões. Não havia fogos de artifício. Era uma chama lenta, queimando de dentro para fora.''

[MARIA] Dois mocinhos apaixonantes. Durante a leitura fiquei em dúvida entre os dois. Aspen é maravilhoso, faz de tudo para se manter próximo de América, e em alguns momentos senti pena dele e sua inocência, mal imaginava ele que tinha convencido sua namorada a entrar em uma disputa pelo Maxon: um príncipe com um coração de ouro, que infelizmente precisa agradar seus pais, e por isso acaba não agradando muito a protagonista em alguns momentos. Um certo ciúmes ronda a série, pois quando uma pontada de paixão por Maxon começa e despertar em América, ela lembra que está em uma disputa, de outras 34 mulheres, e algumas mais atraentes e de castas superiores. Não gosta de ser comparada com elas, queria ao menos ter exclusividade caso fosse se envolver com o príncipe.


[BARBARA] Acho que não li o livro antes justamente por essa perspectiva de 35 mulheres disputarem um homem. Alguns podem dizer que trata-se de um triângulo amoroso, mas creio que é um pouco mais complicado que isso, porque além do Maxon, da América e do Aspen, existem outras 34 garotas. E se algumas dessas garotas também gostarem de outra pessoa, assim como América? Não existe forma geométrica para retratar essa confusão. No entanto, o enredo foi tão bem construído que isso não me incomodou durante a leitura. Entendi os motivos para a existência da Seleção e fiquei torcendo para que o Maxon encontrasse alguém que o amasse e que ele amasse também, mesmo que não fosse a América.

[BARBARA] Quanto ao romance da América com o Aspen, ele é totalmente dedicado a ela. Sabe que errou e tenta se redimir a todo custo. Mesmo depois de tantos acontecimentos, do início ao fim da série, ele sempre a protegeu e sempre foi leal. Acho muito fácil oferecer o mundo a uma pessoa quando você tem o mundo aos seus pés, mas o Aspen tinha quase nada e não hesitava em dispor do pouco que tinha em prol daqueles que amava. As coisas que ele falava, as atitudes que tomava, foi impossível para mim não me derreter por ele.

''- As coisas são assim. O céu é azul, o sol é quente, e Aspen ama a América para sempre. O mundo foi feito para ser assim. ''

[BARBARA] Quanto ao romance da América com o Maxon, acho que boa parte dos problemas dos dois seria resolvida se o Maxon simplesmente deixasse suas intenções claras para a América. Não custava nada ele avisar que faria determinadas coisas e explicar os motivos ao invés de fazer e deixar que ela tirasse as próprias conclusões para depois tentar consertar. Sem contar que ele nunca transmitiu a confiança que deveria para ela, e muitas das coisas impulsivas que ela fez e que geraram problemas, foram em decorrência disso. Não me entenda mal, eu me apaixonei pelo Maxon e vejo muito mais características positivas do que negativas nele, mas acho que ele também contribuiu para a relação dos dois ser tão conturbada.

[MARIA] Comecei a ler pensando que seria uma espécie de contos de fadas nos dias de hoje, mas me enganei, e devorei a série! Eu também gostei bastante do Maxon, mas acho que ele deveria ser mais corajoso e encarar seus pais, não viver se submetendo ao seu pai. Não estou querendo estimular a falta de respeitos com seus responsáveis, mas ele era um futuro rei que não tinha pulso firme para lidar nem com seus próprios problemas, e não tinha maturidade para assumir a sua escolha logo. Confesso que em alguns momentos fiquei meio cansada desses "joguinhos" entre os dois, quando a América estava disposta, ele ficava duvidoso, mas quando a América se fazia de difícil, ele tentava conquistar ela. Fiquei com pena de Aspen, pois depois dessa disputa o romance dele com América seria mais difícil ainda, sendo que ele só queria ajudá-la a ter um futuro. Amei a atitude dele, foi uma verdadeira prova de amor, colocar a outra pessoa a frente de suas próprias vontades.


[BARBARA] As garotas selecionadas não disputam somente um homem, elas disputam um título, riqueza, poder e fama e cada uma delas está mais interessa em um desses aspectos. A convivência entre elas não é exatamente fácil e vou ressaltar aqui um destaque positivo e outro negativo entre essas meninas. Temos a Marlee, que a América conhece logo no aeroporto e as duas tornam-se amigas de cara, mesmo no meio de todo aquele caos. A Marlee é doce e gentil e logo América começa a torcer para que ela conquiste a coroa. Outra das garotas que América conhece logo no aeroporto é a Celeste, ela é uma dois, totalmente arrogante, e, que se considera superior por pertencer a uma casta mais alta. Logo de cara ela deixa claro que quer a coroa e vai fazer de tudo para conquistá-la – mesmo que tenha que jogar sujo.

''- Pode partir meu coração. Mil vezes, se desejar. Sempre foi seu para machucar como quiser.''

[MARIA] Iremos acompanhar o cotidiano das selecionadas, o que irá reforçar ainda mais a desigualdade quanto as castas. Celeste leva uma vida considerada boa, está ali pois pretende ser ainda mais famosa caso conquiste o príncipe, e ela esbanja luxo e poder por onde passa, o que irrita e a torna inimiga de América, pois Celeste considera ela uma "concorrente para a coroa". É muito triste pensar que algumas garotas dali não precisariam de mais dinheiro, enquanto outras mais desfavorecidas precisam, possuem tão pouco e se mostram mais humildes aos acontecimentos. Chega a irritar quando notamos que a permanência da América se deve apenas ao fato dela querer que a família continue recebendo a grana extra.

[MARIA] Logo no primeiro livro o gênero distopia não é tão mostrado, mas em A Elite começaremos ver mais estratégias políticas e conheceremos dois grupos distintos que trarão diversos conflitos internos e externos. O primeiro se foca no romance e na adaptação de América naquela vida de luxo, no segundo ela começa a pensar melhor sobre sua decisão, mesmo sendo indecisa. Gostei bastante da distopia do livro, dos debates sobre a divisão das castas… As vezes, mesmo sem perceber, estávamos imersos em uma sociedade com um governo completamente desigual e intolerante a opiniões alheias.

[BARBARA] Os pais da América são opostos entre si. Enquanto o pai é carinhoso, atencioso e só quer a felicidade dos filhos, a mãe é mais rígida e acha que todos devem cumprir suas obrigações pelo bem da família. Dentre os irmãos, a mais próxima de América é a May, uma versão mais nova de América em aparência e seu completo oposto em personalidade.

[MARIA] A escrita da Kiera é viciante, daquelas em que as páginas passam voando, vocabulário fácil, aquela narrativa com um toque bem juvenil e apropriado para qualquer pessoa. Ela consegue deixar o próprio leitor interagindo entre as dúvidas da América, nos faz amar o Maxon, mas sentir o lado do Aspen. Além disso a autora cria várias referências bem usadas pelos fãs: como a torta de morango, a mão na orelha, a frase " não sou sua querida" e outras que apenas quem já leu sabe e se diverte nas redes sociais com elas.


[BARBARA] Só li esse livro agora – foram as três primeiras leituras de 2017 – e me arrependi de não ter lido antes. A leitura é rápida e fluida e prende a atenção do leitor do início ao fim – li os três livros em três dias. A série inteira foi ótima, somente no último livro, A Escolha, a autora resolveu encarnar o espírito do grandioso George R. R. Martin (pra que isso? Alguém me explica?) o que rendeu algumas lágrimas e alguma revolta também, devo admitir. As capas dos livros são lindas e as folhas são amareladas. Um detalhe interessante: tem um marcador na orelha de cada livro, que o leitor só precisa recortar, o que eu não fiz, porque sou desastrada demais para isso.

[MARIA] A Seleção foi um belo começo de série, onde iremos conhecer a sociedade e mais sobre a disputa. A Elite foi menos focado no romance, e trouxe o lado distópico. Em A escolha teremos o resultado de várias reviravoltas, máscaras irão cair e iremos conhecer melhor a personalidade de todos. O final do livro trouxe muita adrenalina para mim, que fiquei até tonta com tantas acontecimentos chocantes e imprevisíveis. Chorei um pouco, confesso, tinha me apegado a alguns personagens e não superei direito o fato da Kiera ter tomado decisões tão drásticas logo no último livro.

"- Maxon Schreave é a síntese de todas as coisas boas. Será um rei fenomenal. Ele deixa garotas que deveriam usar vestido saírem por aí com calça jeans e não se zanga quando alguém que não o conhece o julga de uma maneira completamente errada."

[BARBARA] Acho que é um livro indicado para todas as idades. Lógico, se você já não gosta de livros voltados ao público juvenil, pule a leitura. Mas repito: tenho 26 anos e simplesmente amei e devorei os livros em pouquíssimo tempo. A leitura me rendeu ótimas risadas e grandes suspiros, é um romance gostoso que conta com personagens marcantes, e, claro, deixa um gostinho de quero mais. Nem vou falar sobre os outros livros da série porque é impossível fazer isso sem dar spoiler.

[MARIA] Li essa série faz algum tempo, então não lembro de todas informações sobre a estória, mas as emoções que ela me transmitiu ainda ficaram guardadas. Indiquei para uma amiga, não vejo a hora dela ler e começarmos a discutir sobre o casal principal. Se você gosta de romances, distópicos e estórias leves, A seleção é uma bela aposta. Leia sem medo, os livros são curtos e você pode demorar 1 dia para ler cada um. Só acho uma pena que a autora tenho investido em outros 2 livros ( A herdeira e A coroa) que não acrescentaram muito na série. Estou louca para a adaptação ser lançada, se for fiel com certeza ira emocionar o público. 35 garotas, 1 príncipe, quem conquistaria o coração real?

22 comentários:

  1. Olá
    Eu sou muito suspeita para comentar sobre essa série, porque desde que conheci fiquei apaixonada por todos os detalhes da trama. Enfim, adorei poder conferir todas as impressões a respeito desses livros tão especiais, que para mim são muito bem desenvolvidos e eu adorei todas as características apresentadas, desde personagens até o desfecho. Como já deu para perceber, eu também já fiz essas leituras e particularmente adorei a narrativa e os elementos inseridos pela Kiera Cass, tanto que ela está na lista de minhas autoras favoritas. Sempre recomendo bastante essas leituras, são muito envolventes e carismáticos!.
    Beijos, Fer
    www.segredosemlivros.com

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  2. Oi Maria, que post maravilhoso!
    Eu sou apaixonada por essa série. Sério, devorei um livro atrás do outro em três dias. Não vou ficar falando muito porque vai que acabo soltando spoiler né, e isso não é legal pra quem ainda não leu os livros. Eu gostei da construção dos personagens, do espaço destinado para as questões políticas, dos dramas familiares - principalmente da família real. Adorei tudo!
    Beijos
    [SORTEIO] Aniversário de 1 Ano: Livro - Perdida
    Quanto Mais Livros Melhor

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  3. Aaaaaaaah essa série! <3
    Quando eu comecei a ler não estava com muitas expectativas, mas se tornou um marco na minha vida. Infelizmente não gostei muito de "A Escolha", pois ainda acho que a autora poderia ter feito muito mais com este livro final.

    Eu também gostei das continuações com a Eadlyn no comando, mas se for para eleger, o meu favorito é o primeiro livro! <3

    http://vicioseliteratura.blogspot.com.br/2015/12/falando-sobre-100.html

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  4. Nunca li essa série por receio de ser como você mencionou, um conto de fadas moderno, mas que bom que estou errada e tem tanto conteúdo nela! Distopias sempre agregam e trazem reflexões para a gente, seja nos nossos valores ou na sociedade em que vivemos, nem li a série ainda mas estou apaixonada pela America.

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  5. Olá ♥
    Tenho muita vontade de ler os livros, mas ultimamente vejo tantas pessoas falando que não gostou, mas sou o tipo de leitora que gosto de ler para ter certeza. A premissa da estória me encanta essas coisas de castas, de selecionar garotas tudo me deixa extasiada, tem tudo para ser uma obra boa, a leitura parece ser fluida ainda mais para os amantes do gênero. Os livros parecem bem desenvolvidos. Gostei muito de ler essa resenha de você, é bom vê a opinião das pessoas diante dos mesmos livros. Espero em breve poder fazer a leitura dos livros. Beijos.

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  6. Oie! Tudo bem? Amei o jeito que vocês fizeram o post, só li por enquanto os dois primeiros livros da trilogia, e minha opinião oscila bastante entre as duas, e uma coisa que andei notando bastante é o pessoal falando dos livros/séries juvenis são destinados só a esse publico, eu discordo, a tua idade não te impende de assistir ou ler algo do gênero e fico feliz que você com 26 anos tenha lido a série e trazido sua opinião, mas que diferente as vezes do que alguém mais novo, como aconteceu no post! Parabéns mesmo *--*
    Bjss

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  7. Olá, tudo bem? Nunca tinha visto uma resenha dupla desse jeito, eu adorei o estilo, muito legal acompanhar os pontos de vista de vocês ao mesmo tempo. Li toda a trilogia e simplesmente amo, sou até suspeita pra falar porque só tenho pontos positivos (em relação apenas aos 3 primeiros livros kkkk) Vocês interagem muito bem, como foi percebido no post, parabéns, fiquei maravilhada com a resenha. Beijos.

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  8. Essa coisa de 35 mulheres disputarem um único homem não me dá expectativa alguma, apenas uma certa preguiça, embora todos os comentários sejam maravilhosos a respeito. O que eu mais gosto são as capas, que são super simples, mas super lindas também. Ótima resenha!

    Um abraço!
    Parágrafos & Travessões

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  9. Olá!
    Ficou bem bacana a forma que fizeram em dupla a resenha, deu super certo. rs
    Nossa já ouvi tanto sobre essa trilogia e na maioria das vezes só coisas boas. Mas não tenho vontade ler. rs
    Bjs

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  10. Oiee meninas ^^
    Primeiramente, as duas escrevem bem, então sem brigas ♥ haha'
    Essa é uma das minhas trilogias favoritas, apesar de o terceiro livro não ter me agradado tanto quanto eu achei que agradaria, e de essa coisa de escolher uma rainha da forma como acontece no livro ser bem...boba...hehe'
    Mas a gente gosta, então fazer o quê, né? Ah, e eu sou #TeamAspen desde o início ♥
    MilkMilks ♥
    Milkshake de Palavras

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  11. Olá meninas,
    Olha para mim A Seleção só são esses três livros mesmo, nem li e nem sei se lerei esses dois que lançaram depois.
    Amei essa história, apesar de ser considerado uma distopia acho mais conto de fadas moderninho. Tanto que senti muita falta que a questão dos rebeldes fosse mais elaborada e tivesse um climax mais importante.
    Desde o inicio sempre fui Team Maxon, mas realmente dava ódio com os conflitos porque ele não deixava as coisas claras.

    Bjs,
    Garotas de Papel

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  12. Oiee...
    Já tinha ouvido falar desses livros, mas nunca tinha tido curiosidade para saber do que se tratava...
    Agora que fiquei sabendo que é uma distopia, me interessei mais!
    Adoro livros que se passam num futuro pós-apocalítico (ou pós-dívidas não pagas rs) e que a sociedade está redescobrindo novas formas de se organizar, como no caso das castas.
    A resenha feita por três pessoas de idades diferentes, também trouxe vários pontos de vista e opiniões interessantes, mas talvez tenha ficado um pouco longa...
    Apesar de ser uma série destinada ao público juvenil, achei a premissa bastante interessante, e acho que vou tentar ler em algum momento.
    Um beijo!

    www.asmeninasqueleemlivros.com

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  13. Oiee, eu tenho os livros da seleção e mesmo me dizendo que são livros de menininha eu ainda os amo, a história é leve e gostosa, não me incomoda que seja focado mais no romance, e eu acredito que todas as meninas deveriam ler (meninos também), ele passa uma msg não só de amor, mais também de luta e mesmo sendo quase um conto de fadas a mocinha não tem nada de bocó rsrs.

    Bjs

    www.leituraentreamigas.com.br

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  14. Eu amo essa série, e tenho mais que 26 anos... Rs.. mas tive meus problemas com ela. Quando a Kiera veio ao Brasil pela primeira vez estava lendo A elite e odiando e quase desisti de ir na sessão de autógrafos... Ainda bem que foi só quase. Esse segundo volume pode até ter a parte distópica mais marcante, mas eu quis que os rebeldes matassem a America, o Aspen e o Maxon, de tanto que eles me fizeram passar raiva... Rs... Antes eu só tinha antipatia do Aspen. Felizmente gostei de como o fim foi trabalhado e relevei as atitudes de todo mundo... Hehe...

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  15. Olá meninas! :D
    Adorei conferir a resenha de vocês duas! <3 Por enquanto eu só li o primeiro livro da trilogia, pretendo adquirir até o terceiro e os outros dois que são com a filha dela não sei se irei ler, pois sinto que foram obras escritas apenas para ganhar dinheiro em cima de algo que ela e a editora sabiam que o publico tinha gostado.
    Meu personagem favorito é o Aspen e como não li os outros livros ainda não me sinto a vontade para falar do que achei do Maxon, só que é um rapaz que faz tudo pelo pai. Mas a escrita da autora é muito envolvente e eu adorei.

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  16. Olá. Eu amei essa forma de fazer resenha com dois pontos de vista!!!

    Sobre a série eu entendo que é bem boa, mas acho que perdi o time dele. Esperei ter os três aí depois já sabia o que ia acontecer e fui perdendo o interesse mesmo já tendo lido o primeiro. Quem sabe um dia né? Beijos

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  17. Olá!
    Achei muito legal isso que fizeram. O ponto de vista das duas. Façam isso mais vezes.
    Sobre a trilogia, tenho ela na minha estante, mas ainda não li por um simples motivo: ainda não desapeguei da princesa Mia.

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  18. Oi, tudo bem?
    Eu tenho esses três livros em casa e confesso que a vontade de ler é bem pequena, tanto que faz tempo que os tenho. Mas eu achei muito bacana essa resenha dupla, deu para saber bem mais sobre os livros e achei mais interessante ainda porque são leitoras com idades bem diferentes. Enfim, eu não acredito que lerei tão já, mas que bom que vocês gostaram.

    Beijos :*

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  19. Olá,
    Adorei a forma inusitada como fizeram a postagem da resenha e podemos perceber a diferença entre as emoções que cada uma sentiu.
    Tenho apenas um dos volumes em casa e sinceramente por enquanto ainda não tive grande curiosidade para fazer a leitura da série. Adorei saber ambos os pontos de vistas sobre os personagens talvez faça a leitura no futuro. Aspen e Maxon parecem ser cativantes!

    LEITURA DESCONTROLADA

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  20. Eu gosto muito dessa série, embora tenha parado minha leitura nesta trilogia mesmo. Tenho o A herdeira e felizes para sempre mas ainda não consegui tempo de lê-los.

    Gosto muito da escrita da Kiera, gostei muito da trilogia, mas achei que a parte política e conflituosa deixou a desejar. Quem leu Jogos Vorazes sabe como é uma boa distopia política, com explicações para tudo. Senti que a escrita da Kiera é fraca quando se pensa nesses detalhes. Mas são ótimos romances!

    Abraços!
    www.asmeninasqueleemlivros.com

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  21. Oi
    Tudo bom?
    Achei sensacional a ideia de vocês trazerem uma resenha dupla dos três primeiros livros dá série.
    Gostei de ver o ponto de vista das duas e Maxon é meu queridinho, detesto Aspen.
    Beijos

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  22. Oi, tudo bem?
    Apesar de eu amar distopias não gosto do enredo e nem da pegada dessa série e do seu propósito. Nunca li um livro da seria e sinceramente nem pretendo.
    Bj

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