13 dezembro 2016

[Entrevista] R. F. Lucchetti, o Papa da Pulp-Fiction Brasileira




Oi, oi, oi, leitores lindos e lindas do Rillismo, é de novo a teimosa dama Lady Trotsky trazendo outra matéria diferenciada, mas ao mesmo tempo tão familiar. Por que hoje vamos falar de uma pessoa MUITO especial para os admiradores da Literatura de Horror, Suspense, Terror, Quadrinhos, Cinema e tudo o mais que envolve usar a imaginação e deixar, nós leitores, com aquele frio básico na barriga. Ou conferindo se todas as portas estão fechadas e as luzes apagadas antes de dormir.

Apresento a vocês o excelentíssimo Papa da Pulp-Fiction Brasileira: Rubens Francisco Lucchetti. (Que deveria ser considerado patrimônio humano histórico cultural pela ONU. Ele com certeza merece!) Cujos livros até o momento publicados pela Editorial Corvo e pelo menos outras três: Argonautas (daqui do RS), Devaneios e Laços, eu li todos e absolutamente amei cada um!


Poderia resenhar um por um aqui no blog, mas é difícil porque estamos falando do autor que publicou nada menos que mais de 1.500 livros em sua carreira de mais de décadas. Com os mais variados pseudônimos e nas mais variadas mídias, com as mais variadas temáticas, embora, ele seja mais voltado para o horror/terror, fantasia e mistério. Abaixo algumas das muitas obras dele...

    


    


    


    

Assim, darei cinco motivos para que leiam as obras-primas (e sim, não me canso de falar) de Lucchetti:
Narrativas ágeis e envolventes saindo do lugar-comum que povoa tantos livros da atualidade.
Personagens bem construídos sem precisar apelar para descrições longas demais. Sim, ele as faz, mas sucinta e sutilmente.
Histórias que remetem ao horror puro e essencial sem aquela violência que vemos tanto na maior parte dos livros atuais. Não por ser ruim, mas porque muitos autores pesam demais a mão e acaba tornando a narrativa lenta e desgastante.
As histórias desse autor acertam em cheio em evitar rodeios desnecessários que tanto se vê atualmente.
Viradas de trama que nos deixam de boca aberta. Coisa que anda faltando um bocado na atual literatura.
Estou falando demais, não é mesmo? Vamos então a entrevista carinhosamente concedida pelo autor a esta que vos fala. Com a palavra, o Papa da Pulp...




1 - Primeiramente, apresente-se aos leitores do blog Rillismo...

R.F - Meu nome é Rubens Francisco Lucchetti. Nasci em 29 de janeiro de 1930, em Santa Rita do Passa Quatro, uma pequena cidade do estado de São Paulo. Por volta de 1933, minha família mudou-se para a cidade de São Paulo. Sou viúvo. Fiquei casado durante 54 anos (casei-me aos 27 anos de idade) com Tereza Pereira Lima, minha primeira e única namorada. Tenho um filho, o Marco Aurélio. Tenho por companhia quatro gatos e um corvo, com quem converso longamente (ele presta uma atenção...). Comecei a escrever com nove anos de idade. Em 1942, foi publicado, n’O Lapiano, um semanário da Lapa (nós morávamos, então, na Rua Catão, praticamente no centro desse bairro), meu primeiro texto, “A Única Testemunha”. A partir de 1948, comecei a colaborar numa das principais revistas pulp brasileira: Policial em Revista. Além da Policial em Revista, colaborei em praticamente todos os magazines pulp brasileiros: X-9, Meia Noite, Suspense, Emoção, Contos de Mistério, Mistério Jacques Douglas, entre muitos outros. Quando essas revistas desapareceram, criei meus próprios magazines pulp: Série Negra, Aventura e Mistério e Mistérios. Sou autor de mais de mil e quinhentos livros escritos por encomenda e publicados em sua maioria com heterônimos e pseudônimos. Parte desses livros são dos gêneros de Horror/Terror, Fantasia e Mistério. Desde 2014, a Editorial Corvo vem publicando uma coleção de livros com o meu nome. Nessa coleção, serão lançados algumas das histórias pelas quais tenho maior carinho. Esses livros serão sempre publicados em edições revisadas, sem cortes e ilustradas. Um dos meus livros de maior sucesso é O Fantasma de Tio William. Ele teve três edições, a última delas integrando a prestigiosa Coleção Vaga-lume, da Editora Ática.

2 - Conte aos nossos leitores quem é o Rubens Francisco Lucchetti, tanto o escritor como a pessoa...

R.F - Na verdade, sou uma pessoa comum, bem comum. Gosto de passar despercebido. Raramente falo sobre o meu trabalho, a não ser com pessoas que professam o mesmo gosto que eu. Mas isso é tão raro... Sempre detestei morar muito tempo no mesmo lugar, para não me tornar uma pessoa familiar na vizinhança. Talvez a causa disso seja porque sou extremamente tímido e cheio de traumas (tenho complexo de inferioridade). Meu mundo resume-se nas quatro paredes do meu gabinete. Ali, tenho o universo ao alcance das minhas mãos.
Eu não vivo no mundo real. Habito um universo povoado por múmias, vampiros, vampiresas, lobisomens, monstros, seres vindos de regiões abissais ou do Além, damas fatais, detetives particulares, mulheres misteriosas. Em meu mundo, sempre é noite e as ruas são becos escuros e encobertos por um eterno nevoeiro. Em meu mundo, cada esquina esconde um mistério. Quando escrevo, mergulho em meu mundo. Então, crio e destruo, transformando-me num deus. E o mundo, como está estabelecido e que eu detesto, passa a não existir. Nesse instante, sou feliz.

3 - Quais são as inspirações para seus livros?

R.F - Sou uma pessoa tremendamente influenciada por ilustrações ou fotos. Algumas ilustrações ou fotos chegam mesmo a exercer um fascínio incontrolável sobre o meu espírito, e muito do que já escrevi nasceu após uma demorada reflexão em que meu espírito “entra” na ilustração e passeia em seu interior.

4 - Como começa a escrever um livro? Qual o essencial para isso?

R.F - Normalmente, tenho dificuldade para iniciar a história. Mas, depois, tenho dificuldade para dar o ponto final, porque as ideias vão se sucedendo. E penso que o leitor não pode bocejar, ao ler a história, que deve ter um ritmo frenético. O leitor também não pode ficar relendo as páginas, para poder entender a trama. Por isso, você tem de escrever claramente, sem muitos rebuscamentos; porém, evitando o lugar-comum, que compromete qualquer texto. E você deve prender o leitor logo nas primeiras páginas. Ele não pode largar o livro. Além disso, a história tem de ter verossimilhança consigo mesma.

5 - O que tinha em mente quando resolveu dedicar-se de vez à Literatura? Foi uma jornada muito difícil, considerando o Brasil? Hoje, o senhor se sente realizado com isso?

R.F - Eu nunca pensei em me dedicar à Literatura. Isso veio naturalmente. Já nasci com essa necessidade de me expressar através da escrita, seja por meio de um conto ou um livro. E não me considero escritor. Prefiro ser chamado de ficcionista.
Em todo e qualquer setor da atividade humana, existem dificuldades. E essas dificuldades aumentam ainda mais num país subdesenvolvido como o nosso. Mas existe outro fator, de caráter imponderável: a sorte.
Não me sinto realizado ainda. Tenho inúmeras ideias. Muitas delas impossíveis de serem realizadas no Brasil. Mas é necessário sonhar. Sem o sonho não se vive. E como disse o escritor francês Gérard de Nerval: “O sonho é uma segunda vida.”
É oportuno destacar que, na vida da gente, chega um tempo em que nos lembramos mais das dificuldades do que das vitórias. E as vitórias não seriam vitórias se não existissem as dificuldades. São as dificuldades que renovam as nossas energias.

6 - Algum escritor em especial o inspirou nessa jornada de mais de décadas?

R.F - Dois autores me inspiraram: Edgar Allan Poe e Arthur Conan Doyle.

7 - Quando você resolveu escrever terror? E como surgiu a alcunha de “Papa da Pulp Fiction Brasileira”?

R.F - Talvez o que me levou a escrever histórias de Terror foi a leitura de dois contos do Poe: “O Coração Revelador” e “O Gato Preto”. Eu as li quando ainda mal sabia juntar as palavras.
Passei a ser conhecido como “o Papa da Pulp Fiction brasileira” a partir de 2002, ao ser lançado o curta-metragem O Papa da Pulp: R. F. Lucchetti – Faces e Disfarces, realizado pelo cineasta Carlos Adriano, que, junto com o seu parceiro Bernardo Vorobow, ficou uns quinze dias em minha casa, vivendo meu dia a dia e vasculhando meu material (sobretudo revistas pulp).
Acho importante definir o que vem a ser pulp. Esse tipo de revista surgiu nos Estados Unidos em 1919. O período áureo delas foi entre os anos 1930 e 1950. Existiam pulps de todos os gêneros (Amor, Mistério, Fantasia, Ficção Científica, Horror/Terror, Aventura, Western, Fantasia etc.). Normalmente, as capas dessas revistas eram bastante chamativas, com cores berrantes. E nas histórias a ação se sobrepunha aos enredos.

8 - O senhor tem personagens favoritos, tantos seus como de outros autores?

R.F - Tenho predileção por um único personagem meu: Reginaldo Varela, um detetive paulistano que protagoniza uma série de short stories reunidas em dois livros, que aguardam uma oportunidade de serem publicados.
Logicamente, tenho carinho pelos meus personagens, sobretudo quando estou escrevendo ou reescrevendo alguma história. E sempre fico penalizado quando termino de escrever uma história e tenho de me despedir deles.
Quanto aos personagens de outros autores, tenho grande predileção pelo Sherlock Holmes e O Sombra. As histórias de O Sombra, publicadas nos pulps, eram pessimamente escritas e, para piorar, no Brasil foram pessimamente traduzidas. Se tivessem sido escritas pelos autores do Fantômas, os franceses Pierre Souvestre & Marcel Allain, elas estariam no patamar da grande Literatura.

 9 - Como foi ser roteirista do José Mojica Marins? E depois do Ivan Cardoso? Qual é a sua relação atual com eles? E quão importantes você os considera para o cinema brasileiro?

R.F - Costumo dizer que ter encontrado José Mojica Marins e Ivan Cardoso é como ter achado duas agulhas no palheiro, pois eles são donos de uma filmografia sui-generis em nosso país, tendo se dedicado a realizar filmes de Horror/Terror. Meu relacionamento com os dois é de extrema cordialidade. Sou mais próximo do Ivan, uma vez que os filmes que realizamos juntos (O Segredo da Múmia, As Sete Vampiras, O Escorpião Escarlate e Um Lobisomem na Amazônia) estão mais próximos do meu universo e neles conseguimos tropicalizar o Horror e o Noir. Já as fitas do Mojica são de Terror explícito. Isso me incomoda, pois, por mais estranho que possa parecer, sou uma pessoa romântica. E podemos encontrar algo mais romântico do que numa história de Horror?

10 - Continuando no assunto “filmes de terror”: o que pensa sobre o atual cinema de terror? Qual o seu top cinco, ou dez, de produções que considera essenciais para o gênero?

R.F - Atualmente, há poucos filmes de Horror/Terror de qualidade. Não há como compará-los com os produzidos no passado. O pior filme do passado é melhor do que qualquer uma dessas produções modernas. A maior parte das fitas atuais é descartável. Não tem final. Acaba de repente.
Quanto ao cinema de Horror/Terror comercial no Brasil, ele praticamente não existe. Apenas dois cineastas cultuaram o gênero: José Mojica Marins e Ivan Cardoso. Mas têm aparecido cineastas independentes que estão realizando coisas ótimas. Paulo Biscaia Filho e Rodrigo Aragão são dois deles. A dificuldade está em essas fitas chegarem ao grande público, uma vez que os cinemas só existem nos centros comerciais e pertencem a redes estrangeiras.

Você me pergunta quais são os filmes de Horror/Terror que acho essenciais. São eles:
1 - Sangue de Pantera, dirigido por Jacques Tourneur e produzido por Val Lewton (procurem conhecer a série de filmes que ele produziu nos anos 1940 para a RKO. São fitas de Horror/Terror em estado puro);
2 - A Maldição do Demônio, dirigido por Mario Bava;
3 - O Bebê de Rosemary, dirigido por Roman Polanski;
4 - A Noite do Demônio, dirigido por Jacques Tourneur;
5 - Nosferatu, dirigido por Werner Herzog;
6 - Le Frisson des Vampires, dirigido por Jean Rollin;
7 - A Queda da Casa de Usher, dirigido por Roger Corman;
8 - Drácula, dirigido por Tod Browning;
9 - O Lobisomem, dirigido por George Waggner;
10 -  Esposas em Conflito, dirigido por Bryan Forbes e roteirizado por William Goldman;
11 - O Toque da Medusa, dirigido por Jack Gold;
12 - Espectro (feito para a TV), dirigido por Clive Donner;
13 - O Segredo da Múmia, dirigido por Ivan Cardoso.
Todos esses os filmes são ótimos. Não há aquele que seja melhor e aquele que seja pior. São todos top 1.

11 - Tem alguma dica, ou quem sabe algumas, para quem pretende se aventurar literariamente no gênero terror?

R.F - A primeira coisa que a pessoa precisa ter é uma relação íntima com o gênero. Depois, precisa ler os autores clássicos do gênero: Edgar Allan Poe, H. P. Lovecraft, Algernon Blackwood, Arthur Machen, Bram Stoker, Sheridan Le Fanu, sra. Ann Radcliffe, Robert Louis Stevenson, Mary Shelley, Clark Ashton Smith, entre outros.

12 - Uma última pergunta: quais seus planos para o futuro? Pretende continuar brindando os leitores com legítimas joias como a Coleção R. F. Lucchetti, Noite Diabólica ou Fantasmagorias?

R.F - Não faço planos para o futuro. Nem para amanhã. Pois o futuro a Deus pertence.
Quanto à Coleção R. F. Lucchetti, ela será composta de quinze títulos, principalmente do gênero Horror/Terror. Os dois próximos títulos dela serão: Rachel, uma história diferente de vampirismo e na qual a casa, um solar centenário, tem grande participação, sendo praticamente um personagem da trama; e A Possuída, enfocando uma jovem esposa que passa a ter pesadelos com Nosferatu, um íncubo que criei na década de 1960 nas histórias em quadrinhos publicadas na revista A Cripta (as histórias do Nosferatu eram desenhadas por aquele que foi meu maior parceiro nos quadrinhos: o desenhista italiano Nico Rosso).
No ano de 2017, também serão publicados: Sete Ventres Para o Demônio (sairá pela Argonautas Editora, de Porto Alegre) e dois livros de roteiros, O Segredo da Múmia e Um Lobisomem na Amazônia (sairão pela Editorial Corvo).
Para finalizar, deixo a você, Renata Cezimbra, e a todas as leitoras e leitores do blog Rillismo o meu abraço.
Agradeço esta oportunidade de poder falar um pouco a respeito do meu trabalho.


Eu e os leitores do nosso blog somos mais gratos ainda por tal oportunidade, Rubens. Esteja absolutamente certo disso, meu amigo!
Beijo, beijo e até a próxima, quando farei outra resenha. Ou quem sabe mais um Claquete. Talvez mais um Fale. O que eu sei com certeza é: que vou continuar fazendo o que amo, seguindo o exemplo do maravilhoso entrevistado.

17 comentários:

  1. Olá
    Adorei poder conferir a entrevista, e seu post ficou realmente ótimo. Me interessei ainda mais por não conhecer o autor e nem seu trabalho, então foi bem enriquecedor e igualmente curioso. É um gênero que chama muito a minha atenção, por isso gostei dos títulos em destaque. Os motivos que você deu para fazer as leituras também são bem motivadoras, com certeza. Parabéns e obrigada pelas super indicações!
    Beijos, Fer
    www.segredosemlivros.com

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  2. Oi Renata, tudo bem?
    Nunca li nada do autor porque esse gênero literário não faz parte do que estou habituada a ler. Gosto de ver entrevistas porque acabo me sentindo mais próxima da mente que criar os mundos literários em que passo tanto tempo.
    Beijos
    Quanto Mais Livros Melhor

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  3. Olá
    Eu desconhecia essas obras, mas você está bem convicta de transformar nós em leitores fãs kkjj. Eu achei os títulos e capas bem sujestivos, então irei anotar para futuras leituras quem sabe não é? Agora sobre a entrevista. Achei bem legal, sempre gosto de posts assim e com esse não foi diferente. Até mais ver
    Bj

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  4. Que super entrevista! Parabéns!!!
    Apesar de conhecer alguns dos livros que você postou, não tive o prazer de ler nada dele ainda,o que vou procurar mudar o mais rápido possível. Concordo com o autor, pois também acho que hoje em dias os filmes ditos de terror estão bem abaixo dos de antigamente, e olha que hoje em dia a tecnologia é infinitamente melhor. Curioso está necessidade de se mudar para não ser muito conhecido na região. Isso sim que é timidez.
    Bjs

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  5. Oie, bom eu não conhecia o autor e nem suas obras, porem fiquei bem feliz em conhecê-lo através de sua resenha, mesmo que os livros dele não faça meu gênero literário... Parabéns pela entrevista.

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  6. Oi!
    Sou uma pessoa totalmente de fora do mundo do terror e seus derivados e por isso não conhecia ainda o autor e as suas obras mas confesso que o achei sensacional e fiquei morrendo de vontade de ler algo dele. Achei incrível a quantidade de livros que ele escreveu, fiquei espantada com tamanha criatividade e achei os títulos extremamente interessantes. Seu post ficou ótimo e conseguiu angariar mais um afã com sucesso haha.
    Beijos!
    Por Livros Incríveis

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  7. Super entrevista! Parabéns! Sensacional, gostaria de ler algo dele.

    http://lendocomdaniel.blogspot.com

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  8. Olá, fiquei surpresa ao ver quantas histórias ele já escreveu. Seu nome não me era estranho, devo ter visto seu livro que fez parte da Coleção Vaga-lume. Achei super interessante ele ter citado obras do Poe que eu li recentemente. Gostei muito da entrevista.

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  9. Ola, tudo bom?
    Sendo a pessoa medrosa que sou, confesso que não conhecia ainda o autor e as suas obras, mas, após a entrevista aqui, fiquei super curiosa para conferir algo dele.
    É surpreendente a quantidade de livros escrita por ele e a qualidade que os mesmos parecem ter. Apesar de não costumar assistir filmes de terror, convivo com muitas pessoas que o façam e o autor está certíssimo quanto a queda de qualidade dos mesmos. Gostei de saber que uma das inspirações do autor é Arthur Conan Doyle. Enfim, adorei a entrevista!

    Beijos!
    Pollyanna Campos - Entre Livros e Personagens
    http://entrelivrosepersonagens.blogspot.com.br/

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  10. Começarei dizendo que me sinto muito envergonhada. Essa foi uma das melhores, senão a melhor, entrevistas que já li com um autor. Parabéns por apresentar alguém com tamanho calibre e experiência literária. Uau. Estou boquiaberta com a qualidade das respostas e muito constrangida por não conhecer, ainda, o talento desse autor. Pareceu-me uma sumidade na área e estou muito feliz por ler suas palavras a esse blog, apresentando-se e dando algumas dicas para quem gosta do gênero. Desejo sucesso ao autor, sempre e cada vez mais. Obrigada por essa bela entrevista.

    Beijos!
    www.myqueenside.com.br

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  11. Hey, primeiramente quero te parabenizar pela entrevista e pelo post. Por ter tanto esmero na hora de ir atrás de autores tão importantes e que merecem o reconhecimento e o carinho que você trouxe. Eu confesso que não conhecia e meu Deus, 1500 obras? Eu não consigo escrever nem um conto e ele já é criador de todas essas. Infelizmente, a medrosa que sou, não permite que eu embarque em leituras de horror e tudo mais, mas aqueles que gostam definitivamente já podem começar a ler porque com essa entrevista é impossível ter uma desculpa para não fazê-lo. Parabéns!
    Um beijo
    www.brookebells.com

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  12. Olá Renata,
    Ainda não conhecia esse autor, mas ele tem várias obras, nasceu numa cidade perto de onde moro e parece ser extremamente inteligente e simpático.
    Gostei muito de saber que foi Poe quem inspirou o autor e imagino que seus livros devem ser bastante assustadores, pelo menos é essa impressão que tenho.
    Adorei ele falar que O Futuro a Deus pertence, pois não é mais do que a verdade. Vou pesquisar sobre as obras dele.
    Beijos,
    Um Oceano de Histórias

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  13. Oie!
    Nossa, que postagem linda!
    Eu adoro entrevistas, pois sempre conheço mais dos autores, suas particularidades, e até mesmo como eles começaram os seus trabalhos. infelizmente eu não conhecia esse autor e suas obras, o que fez com que a postagem fosse ainda mais especial.


    Bjks!
    Histórias sem Fim

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  14. Oi, tudo bem?
    Eu ainda não conhecia o autora, e olha, estou bem surpresa com a quantidade de obras que ele tem publicadas. Devo admitir que gosto muito dos gêneros que ele escreve, e com certeza irei atrás de alguns livros para ler :)

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  15. Ooi,
    Parabéns pela entrevista! Não conhecia o autor porque não acompanho o gênero que ele escreve, terror nunca foi muito atraente pra mim, mas adorei conhecer um pouco mais sobre o trabalho dele.
    Corujas de Biblioteca

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  16. Oiiie
    poxa, que entrevista legal, eu adoro o gênero mas ainda não conhecia o autor então vou anotar as dica de leitura hahah sucesso

    beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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  17. Olá,
    Não tenho muita familiaridade com o gênero e, portanto, desconhecia o autor. Não me mate rsrs
    Quantos livros publicados o Rubens tem! Fiquei chocada! Pretendo me arriscar em algum dos livros sim e preciso procurar também os clássicos do gênero para então começar a embarcar no terror/horror.

    https://leitoradescontrolada.blogspot.com.br/

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